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Inscrições abertas para o IX Prêmio IESS
14/06/2019

As inscrições para a mais importante premiação de trabalhos acadêmicos com foco em saúde suplementar no Brasil começam hoje (14/06) e vão até 13 de setembro. Já no nono ano, o Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar é muito importante para atrair acadêmicos para a área da saúde e especificamente para a saúde suplementar, fomentando a produção de conhecimento e a realização de pesquisas importantes para o aprimoramento do setor ao mesmo tempo em que promove o justo reconhecimento a esses estudiosos. Atualmente, a premiação conta com cerca de 50 trabalhos laureados e algumas centenas de estudos avaliados.

Podem ser inscritos trabalhos de conclusão de curso de pós-graduação (especialização, MBA, mestrado ou doutorado) nas áreas de Economia, Direito e Promoção de Saúde, Qualidade de Vida e Gestão em Saúde. Devido ao sucesso, o espaço para exibição de pôsteres durante a cerimônia de entrega do Prêmio IESS, inaugurado em 2018, também está mantido. Nesse caso, além dos trabalhos de pós-graduação podem ser inscritos trabalhos de graduação (nível universitário).

As inscrições para o IX Prêmio IESS e para exibição de pôster são gratuitas. Cada candidato pode inscrever apenas um trabalho ao prêmio, mas múltiplos pôsteres. Veja o regulamento completo.

O primeiro e o segundo lugar de cada categoria receberão prêmios de R$ 10 mil e R$ 5 mil, respectivamente, além de certificados que serão entregues em dezembro, durante a cerimônia de premiação, em São Paulo. Não há premiação financeira para os pôsteres.

Continue acompanhando nosso blog para ficar por dentro de todas as novidades.

 

IESSdata: conheça agora!
13/06/2019

“Conhecimento é poder.” Ainda que, ironicamente, não se saiba quem cunhou a frase comumente atribuída a Francis Bacon, um dos pais da ciência moderna, não há como refutar sua verdade.

Aqui no Blog, costumamos apontar a necessidade de indicadores de qualidade publicados de forma transparente para poder avaliar e escolher os prestadores de serviço médico a quem confiaremos nossa saúde e, em última análise, nossas vidas e de nossos entes queridos. Mas a realidade é que a necessidade de conhecimento sobre os dados do setor começa muito antes disso.

Quantos são os beneficiários de planos médico-hospitalares ou exclusivamente odontológicos? Qual o perfil dessa população (idade, gênero, hábitos de vida etc.)? Quais as patologias mais frequentes? Como a população nacional está envelhecendo? Essas são apenas algumas das perguntas fundamentais para o desenvolvimento de políticas e programas de promoção de saúde efetivos.

Se formos pensar de forma um pouco mais ampla, também é possível relacionar o que está acontecendo na economia nacional e como isso afeta o setor de saúde suplementar. Como o período de queda do PIB e o saldo de emprego em cada região do país afetaram a evolução do número de beneficiários? A partir dessa ferramenta é possível visualizar informações de diferentes fontes, mas que os gestores do setor devem ficar atentos para assegurar a capacidade econômico-financeiro de suas empresas continuarem a prestar serviços de saúde com qualidade assistencial satisfatória às vidas em suas carteiras de beneficiários.

E por que parar nos beneficiários ou gestores do setor? Essas e outras informações também são fundamentais para acadêmicos e pesquisadores repensarem os modelos atuais, detectarem pontos fortes e fracos e, mais importante, oportunidades de aprimoramento.

É para ajudar a todos que procuram informações sobre o setor de saúde suplementar e a economia nacional que mantemos o IESSdata. Uma plataforma online que permite a consulta de alguns indicadores mencionados nesse texto e muito mais. Tudo de forma rápida e prática, com filtros para seleção das informações e disposição de dados em gráficos interativos ou tabelas, para facilitar ainda mais.

Conheça agora!

Custos médico-hospitalares sobem 17,3% em 2018
12/06/2019

As despesas assistenciais per capita de operadoras de planos de saúde com exames, consultas, terapias, internações e serviços ambulatoriais de beneficiários de planos médico-hospitalares voltaram a acelerar e encerraram 2018 com alta de 17,3%, de acordo com o Índice de Variação de Custos Médico-Hospitalares (VCMH/IESS) que acabamos de publicar. Em relação a 2017, o índice registrou avanço de 0,8 ponto porcentual.

O aumento da VCMH resulta de múltiplos fatores. Entre eles, o aumento da frequência de utilização e o aumento dos preços unitários de materiais, medicamentos, honorários, taxas e diárias. Fatores como incorporação de novas tecnologias e o envelhecimento populacional também têm impacto. Entre 2018 e 2017 os itens de despesas que mais cresceram foram as Terapias (hemoterapia, Litotripsia Extracorpórea, quimioterapia, radiologia intervencionista, radioterapia, terapia renal etc.), com aumento de 31,3%, seguida de Serviços Ambulatoriais com avanço de 19,7%. 

O item de internação tem um peso elevado na composição do índice, e por isso, sua variação fica muito próxima da média. Em 2017 e 2018 o valor ficou ligeiramente abaixo da média de todo o setor, em 16,5%. Resultado da elevação de 8,6% da frequência de utilização e do aumento no custo médio, de 7,4%. Acreditamos que a variação da internação hospitalar só não foi maior em função do movimento das operadoras e prestadores de serviços médicos em iniciar uma migração para pacotes, diárias globais etc. 

O aumento da frequência de itens de consultas, internações e outros procedimentos são fatores que justificam o reajuste de planos em um nível superior ao da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ou mesmo de suas componentes que apuram a variação de preços de produtos de saúde, como o IPCA Saúde. Para se ter uma ideia do peso da frequência de uso na conta, pode-se imaginar uma situação em que os custos de serviços de saúde caiam, mas a despesa aumenta devido ao aumento da frequência. Por exemplo: se as consultas médicas custassem, em média, R$ 100 e passassem a custar R$ 95, indicadores como a inflação registrariam uma queda de 5% (deflação). Contudo, se no mesmo período a frequência de realização de consultas passar de 5,0 para 5,5 o custo per capita passa de R$ 500,00 para R$ 522,50, com aumento de 4,5%. Claro, a tendência não é que os custos médios de cada procedimento caiam, assim como não temos deflação no País. Mas o exercício lógico mostra porque a VCMH continua acima da inflação. O que não é natural é esperar que a VCMH fosse semelhante ou igual ao IPCA, isso porque inflação mede apenas variação de preços enquanto a VCMH mede a combinação da variação de preços com a variação de frequência

A crescente judicialização que se observa tanto no setor público quanto na saúde suplementar é outro poderoso promotor das despesas e acrescenta iniquidades pois, em muitos casos, privilegia o individual à custa do coletivo. Assim como a incorporação de tecnologia, um fenômeno que acontece no mundo inteiro e com impactos semelhantes. 

Importante lembrar, também, que o processo de transição demográfica, com a maior participação de idosos no total da população, impacta diretamente na demanda de serviços de saúde, em especial de internações. E a faixa etária de idosos é a que mais cresce no mercado brasileiro de saúde suplementar.

Nos próximos dias analisaremos mais detalhadamente essas questões. Não perca.

 

Cresce total de beneficiários de planos médico-hospitalares com 59 anos ou mais
10/06/2019

No total, 171,9 mil vínculos foram firmados entre as operadoras de planos de saúde médico-hospitalares e beneficiários com 59 anos ou mais entre abril de 2019 e o mesmo mês do ano anterior. Uma alta de 2,5%. Com isso, esse grupo já totaliza 6,9 milhões de beneficiários no País.

Entretanto, de acordo com a última edição da NAB, apenas esta faixa teve aumento do total de vínculos no período analisado. No total, o setor permaneceu praticamente estável, com ligeira variação positiva de 0,01% ou alta de 5,8 mil beneficiários.

Isso aconteceu porque enquanto o total de beneficiários na última faixa etária avançou, o de beneficiários mais novos recuou. O total de vínculos com beneficiários de até 18 anos recuou 0,4% de abril de 2019 ante abril de 2018. O que representa o rompimento de 45,2 mil vínculos. Já na faixa etária de 19 anos a 58 anos, que responde pela maior parcela de beneficiários no Brasil, registrou recuo também de 0,4%. Em abril de 2018 havia 29 milhões de beneficiários nesta faixa etária e, em abril este ano, 28,9 milhões. Uma perda de 120,9 mil vínculos. Claro, a redução de beneficiários nas duas faixas não se deve exclusivamente ao rompimento de vínculos com planos de saúde médico-hospitalares, mas também ao envelhecimento da população. Contudo, não há dados para aferir precisamente quantos beneficiários migraram de faixa etária no período.

Também é importante notar que o crescimento acelerado de beneficiários nas faixas etárias mais avançadas simultaneamente ao declínio de beneficiários mais novos pode gerar descompasso financeiro no longo prazo. Especialmente em função do pacto intergeracional. Um critério fundamental para os cálculos atuariais de formação de preço e sustentabilidade financeiro-econômica dos planos de saúde, como já comentamos aqui no blog

Os números da NAB também estão disponíveis para consulta detalhada, de forma rápida, prática e interativa, no IESSdata. Se você precisa de informações sobre o setor, seja para pesquisas acadêmicas ou para apoiar a tomada de decisões dos gestores de sua empresa, não deixe de conhecer essa importante ferramenta.

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outubro / 2014
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outubro / 2013
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outubro / 2012
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outubro / 2011
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A saúde suplementar traduzida em dados de forma simples e prática

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