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Jornada Jurídica debate o processo decisório da Medicina e do Judiciário na sustentabilidade do setor

Novembro 2021
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https://jornalacoplan.com.br/2021/11/24/jornada-juridica-debate-o-processo-decisorio-da-medicina-e-do-judiciario-na-sustentabilidade-do-setor/

Jornada Jurídica debate caminhos para a redução de conflitos na saúde suplementar

Setembro 2021
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https://jornalacoplan.com.br/2021/09/22/jornada-juridica-debate-caminhos-para-a-reducao-de-conflitos-na-saude-suplementar/

Episódio 7 do IESSCast discute Novos Modelos de Remuneração e Novos Produtos

Agosto 2021
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O episódio 7 do IESSCast já está no ar e traz para análise os modelos de pagamentos que atualmente fazem parte da rotina dos serviços médico-hospitalares e as principais diferenças entre eles. Para elucidar a questão, o superintendente executivo do IESS, José Cechin, recebeu César Luiz Abicalaffe, médico, mestre em Economia da Saúde, presidente do Instituto Brasileiro de Valor em Saúde e CEO da 2iM Inteligência Médica S/A. 

A conversa mostra como o tema evoluiu nos últimos 20 anos e quais as vantagens e desvantagens dos atuais modelos em operação, com atenção à transparência, às fraudes, aos eventuais desperdícios observados e às oportunidades que os novos meios de pagamento têm proporcionado. O episódio ainda discute a geração de valor entregue pelos sistemas de saúde suplementar e público no Brasil e a criação de novos produtos a partir da necessidade dos beneficiários. 

O IESSCast está disponível nas principais plataformas de streaming de áudio, como o Spotify, Deezer, Google Podcasts, Apple Podcasts e Castbox. O conteúdo também pode ser acessado, a qualquer momento, pelo canal do IESS no YouTube em formato de websérie. Os novos episódios vão ao ar sempre às terças e sextas-feiras. 

A série do IESSCast teve origem a partir do “Saúde Suplementar: 20 anos de transformações e desafios em um setor de evolução contínua”, publicação organizada pelo IESS e assinada por 24 autores convidados. Para baixar a publicação, clique AQUI

“O lado oculto da medicina” é o tema do episódio 6 do IESSCast

Agosto 2021
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O novo episódio do IESSCast trata de uma questão sensível para os profissionais de saúde: esquemas de irregularidades e de corrupção que atingem o setor no país. Para entender as consequências de atos ilícitos e as formas de combatê-los, o superintendente executivo do IESS, José Cechin, conversou com Edmond Barras, cirurgião de coluna vertebral do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo. Ele assina o capítulo “O Lado Oculto da Medicina”, do livro “Saúde Suplementar: 20 anos de transformações e desafios em um setor de evolução contínua”, publicação do IESS que deu origem ao Podcast. 

A conversa tratou de condutas criminosas relacionadas à medicina, como o escândalo da Máfia das Próteses, exemplo de gestão fraudulenta que ganhou as manchetes do país. O episódio mostra como os órgãos reguladores podem agir para evitar delitos e quais mudanças tivemos no sistema público e privado para que escândalos como esse não se repitam. Outros destaques do bate-papo foram formas de ampliar a transparência e a regulamentação no setor, relações inapropriadas entre médicos e prestadores de serviços e problemas no modelo de pagamento. 

O IESSCast está disponível nas principais plataformas de streaming de áudio, como o Spotify, Deezer, Google Podcasts, Apple Podcasts e Castbox. O conteúdo também pode ser acessado, a qualquer momento, pelo canal do IESS no YouTube em formato de websérie. Os novos episódios vão ao ar sempre às terças e sextas-feiras. 

Para baixar o livro “Saúde Suplementar: 20 anos de transformações e desafios em um setor de evolução contínua”, publicação organizada pelo IESS e assinada por 24 autores convidados, clique AQUI

 

Hoje tem webinar IESS - Novas tendências em Atenção Primária à Saúde

Julho 2021
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De grande importância para todo o setor de saúde nacional, a Atenção Primária à Saúde (APS) não é algo novo, mas ganha um papel fundamental na gestão de saúde e na coordenação de cuidados em função da pandemia de Covid-19. Mais do que nunca o sistema de saúde precisa que a assistência seja coordenada e integral para que a importante e necessária resposta ao novo vírus não deixe áreas fundamentais sem atenção.

Mas afinal, quais as novas tendências em APS a partir da pandemia? Como integrar esse cuidado dentro do sistema de saúde como um todo (público e privado)? Que papel a APS terá na vida das pessoas que se recuperaram da Covid-19?

São várias as perguntas sobre esse vasto tema que iremos abordar hoje em nosso webinar “Novas tendências em Atenção Primária à Saúde” a partir das 16h. Para esse importante debate, reunimos 3 dos principais especialistas em gestão de saúde com mediação de José Cechin, superintendente executivo do IESS.

·Renata Maria de Oliveira CostaDiretora do Departamento de Saúde da Família da Secretaria de Atenção Primária em Saúde o Ministério da Saúde

·Patrícia PenaDiretora Técnica de Saúde do PASA (Vale)

·Alberto OgataPesquisador do Centro de Pesquisa em Administração em Saúde da FGV EAESP e Doutor em Saúde Coletiva

Recentemente, o Centro de Estudos e Planejamento em Gestão de Saúde da Fundação Getulio Vargas (FGVsaúde) realizou, a nosso pedido, um relatório exclusivo sobre o tema. Os pesquisadores descrevem os desafios e oportunidades para que a atenção primária à saúde possa ganhar escala também no sistema privado. Acesse aqui.

Inscreva-se já aqui ou acesse a transmissão do YouTube e adicione o lembrete (abaixo). É daqui a pouco, ao vivo a partir das 16h.

 

Globalização e o Futuro da Saúde

Junho 2021
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Como falamos frequentemente, todo o setor de saúde teve que se adaptar e reinventar em função das demandas específicas da pandemia do novo Coronavírus. Não só no Brasil. Ao mesmo tempo em que se lida com as demandas dos pacientes infectados, é necessário manter a assistência aos doentes crônicos e agudos, incluindo aqueles em isolamento social.

E esse processo todo também serviu de catalisador de uma série de práticas, como do avanço da Telessaúde e outros aspectos. Diante deste cenário, faz-se necessária uma reflexão sobre quais lições podem ser extraídas para o setor de saúde no Brasil e no mundo.

Para responder à Covid-19, instituições ao longo de toda a cadeia de valor de saúde foram forçadas a experimentar e colaborar entre os elos para trazer respostas rápidas no enfrentamento da crise. Portanto, o futuro do setor de saúde irá demandar profissionais altamente especializados e ao mesmo tempo muito flexíveis, capazes de lidar com as ambiguidades de um sistema de saúde cada vez mais complexo, integrado e tecnológico.

É com isso em mente que a Iniciativa FIS (Fórum Inovação Saúde) irá debater o “Impacto da Globalização no Futuro da Saúde Mundial”. O encontro promete abordar os efeitos ocasionados por esse processo em todo o mundo, o que esperar das transformações geradas pela pandemia nas cadeias de pesquisa, tecnologia e integração. Ou ainda se existirá, no futuro, a transnacionalização de doenças transmissíveis, como a Covid-19.

Para isso, estão confirmados os seguintes debatedores: Embaixador Eduardo Prisco, Chefe do Escritório de Representação do Itamaraty no Rio de Janeiro; Denise Garrett, Vice-Presidente do Sabin Vaccine Institute; Mansueto Almeida, Economista-chefe do BTG Pactual; e Jarbas Barbosa, Vice-diretor-geral da Organização Pan-Americana da Saúde – OPAS. A moderação é de Josier Vilar, Presidente da Iniciativa FIS.

O debate gratuito acontece nesta sexta-feira, 18 de junho, a partir das 15h. Acesse agora e veja como participar.

O impacto da pandemia nos planos de saúde

Maio 2021
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Como reforçamos em alguns momentos, a pandemia do novo coronavírus levou mais brasileiros a buscarem uma cobertura privada de saúde. Apesar do crescimento do número de beneficiários de planos — 47,9 milhões em março deste ano, o maior volume desde dezembro de 2016, a pandemia teve um impacto financeiro no ramo. Você pode conferir outros dados na recente edição da Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB)

Diante disso, o Fórum de Saúde Brasil “O impacto do coronavírus nos planos de saúde e no serviço dos segurados”, realização dos jornais O GLOBO, Valor Econômico e revista Época, debateu esse importante tema para o presente e futuro do setor com participação de José Cechin, superintendente executivo do IESS; do diretor-presidente substituto e diretor de Normas e Habilitação dos Produtos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Rogério Scarabel Barbosa; e da diretora executiva da FenaSaúde, Vera Valente.

“A crise que passamos é de saúde. A econômica é apenas consequência. Para resolver a questão econômica precisamos antes resolver a questão sanitária com vacinação, distanciamento físico, higiene regular das mãos, tudo conforme recomendado por cientistas”, reforçou Cechin na abertura do debate. “Sistemas de saúde público e privado tiveram que enfrentar múltiplos desafios: científico, aprendendo a lida com um novo vírus; infraestrutura, com falta de leitos, materiais e outros; e os preços, importante efeito desta pandemia”, apontou.

Para eles, a questão dos gastos diante da Covid-19 e da retomada dos demais atendimentos é hoje um dos desafios do setor. “O primeiro trimestre de 2021 deve ter o maior gasto com atendimento de beneficiários da história do sistema. Essa pressão decorre de dois fatores: o socorro aos pacientes com Covid e a retomada dos chamados procedimentos eletivos, como cirurgias de varizes, bariátricas ou de amígdalas”, lembrou Vera Valente.

Para Cechin, é preciso considerar os reajustes de remédios, materiais e equipamentos usados no atendimento aos pacientes de Covid. “A demanda e a oferta estão seguindo o ritmo dos picos da doença, e imagino que, nos últimos meses, os preços tenham voltado a subir. Mas, mesmo quando a situação se normalizar, eles não vão voltar aos valores praticados antes de março de 2020”, refletiu.

Para Rogério Scarabel, há uma série de medidas importantes para garantir a sustentabilidade do setor. “Fizemos uma série de ações para tentar minimizar os impactos no setor com o objetivo de continuar garantindo acesso, assegurar a entrega de serviços ao beneficiário e desafogar o sistema público”, lembrou o diretor-presidente substituto da ANS.

Os encontros do Fórum de Saúde Brasil tiveram início na última segunda-feira, com debates sobre a gestão de hospitais e a pesquisa clínica no contexto da pandemia. Você pode assistir a essa edição por meio do vídeo abaixo. Seguiremos apresentando outros importantes pontos debatidos. Continue acompanhando.

Mais racionalidade para diminuir os custos

Novembro 2020
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Conforme já abordamos aqui, o Summit Saúde 2020, realizado pelo Estadão, reuniu importantes especialistas no setor para abordar temas essenciais para esse momento de pandemia e depois dele. Participando do painel “Lições da pandemia – Desafios da saúde suplementar”, José Cechin, nosso superintendente executivo, abordou aspectos como a sustentabilidade financeira das operadoras, utilização da telemedicina e a importância da eficiência no setor.

Em meio a restrições orçamentárias cada vez mais severas, esse período de pandemia reforça a necessidade de mudanças no sistema assistencial que permitam ampliar acesso e da atuação conjunta de todos os agentes da cadeia de prestação de serviços em saúde para conter custos crescentes.

O momento é de tentar enxergar possibilidades de uma importante transição nos modelos de assistência à saúde, tanto no Brasil como em todo o mundo. Com mais ênfase em prevenção e atenção primária, menos hospitalização, novos modelos de remuneração dos prestadores e uso adequado, regulado e disseminado da Telessaúde.

“É nítido o anseio da população por ter acesso à saúde privada. Com o cenário atual, torna-se ainda mais necessário termos outras formas de entrada no sistema suplementar, que deem às pessoas mais possibilidades de escolha. Ninguém está falando em tirar opções, mas sim em ampliá-las. E em qualquer setor econômico mais competição sempre beneficia o consumidor final, com preços mais baixos”, disse Vera Valente, diretora executiva da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar). Para ela, a crise econômica, alta do desemprego e aumento da informalidade também afetam a forma como planos e seguros de saúde são oferecidos, exigindo opções mais flexíveis e mais aderentes às condições de empresas e famílias.

Para Tatiana Aranovich, assessora da diretoria de Normas e Habilitação das Operadoras da Agência Nacional de Saúde (ANS), entre agosto e setembro houve mudança no perfil do plano procurado pelos contratantes, com redução de planos empresariais e pequeno aumento do plano individual e grande aumento dos planos coletivos por adesão. “Temos de buscar um modelo sustentável, e não o aumento de custos ano a ano. Nesse cenário, o reajuste não se torna mais prioritário”, apontou.

“As empresas fizeram um esforço muito grande para não demitir nem fazer downgrade no plano de saúde. Poucas tentaram negociar alguma coisa”, afirma Georgia Antony, especialista em desenvolvimento industrial do SESI Nacional, lembrando que no caso dos planos de saúde coletivos, a negociação para o reajuste de valores é feita diretamente entre as empresas e as operadoras.

O Summit Saúde Brasil 2020 pode ser visto abaixo ou diretamente no canal do Estadão.  Seguiremos trazendo outros destaques nos próximos dias. Não perca!