A Revista Brasileira de Saúde Suplementar (RBSS), a primeira publicação científica relacionada ao setor no Brasil, disponibiliza novo artigo. Assinado por Jonatas Petter Barth, mestre em Administração e Negócios pela PUCRS e gerente de Negócios Corporativos na Unimed Operadora/RS, o texto aborda a interação do usuário no relacionamento B2B e traz uma análise da jornada do cliente de plano de saúde.
O estudo considerou os principais pontos de contato entre os agentes envolvidos, com o objetivo de identificar a interação do usuário final em cada um deles. A pesquisa contribui para diversas áreas do marketing, considerando ambientes de serviços, em especial de planos de saúde.
“Interação do usuário no relacionamento B2B: uma análise da jornada do cliente de plano de saúde” pode ser lido aqui.
A RBSS é uma iniciativa do IESS que tem o objetivo de fomentar a produção acadêmica, contribuir e ampliar o conhecimento e desenvolvimento da Saúde Suplementar e áreas relacionadas. A publicação on-line disponibiliza artigos originais e inéditos, incluindo de opinião e revisões críticas sobre temas específicos relacionados ao setor. As áreas exploradas são promoção da saúde, qualidade de vida e gestão da saúde, odontologia, economia e gestão jurídica, sempre com foco no setor.
A revista tem fluxo contínuo e está aberta para receber artigos o ano todo. Para submeter um trabalho, os autores devem cumprir todos os critérios necessários, disponíveis aqui.
Confira todos os artigos já publicados aqui.
O Brasil atingiu, em setembro deste ano, uma marca histórica de adesões a planos de saúde, tanto nos médico-hospitalares, quanto nos exclusivamente odontológicos – 50,9 milhões e 32 milhões de beneficiários, respectivamente. As informações da nova Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB 87).
Durante 12 meses, houve alta de 1,8% em novos contratos a planos médicos, com acréscimo de 889 mil vínculos. Já nos odontológicos, a alta foi de 7,8% com mais 2,3 milhões beneficiários, no mesmo período.
O estudo revela que os planos médicos do tipo coletivo empresarial foram os que mais cresceram. Eles são a grande maioria 35,8 milhões (representam 70% do total de contratos) e durante o período cresceram 3,3%, contabilizando 1,1 milhão de novas adesões.
Já nos odontológicos, os coletivos empresariais tiveram alta de 8,3% em um ano – passaram de 21,5 milhões para 23,2milhões, acréscimo de 1,8 milhão de vínculos.
Clique aqui para fazer o download gratuito da NAB 87.
As fraudes e desperdícios têm sido uma preocupação recorrente no sistema de saúde suplementar. Recentemente, o IESS lançou estudo inédito sobre o tema. Além de trazer dados sobre perdas estimadas, que foram na ordem de 12,7%, em 2022, o estudo descreve a tipificação das fraudes e mostra que a variedade é muito grande e muito mutável.
Essa questão exige das operadoras atenção e investimentos contínuos para inibir o cometimento e facilitar a detecção das cometidas. A análise aponta também que, ao contrário de como acontecia no passado, quando essas ações se concentravam mais na esfera assistencial, as fraudes agora acontecem com maior impacto e frequência em ações administrativas. Alguns exemplos são: adulteração de procedimento, reembolso sem desembolso e fornecimento de dados de acesso a terceiros.
O estudo “Fraudes e Desperdícios em Saúde Suplementar” foi realizado pela EY e apresentado durante o último Webinar IESS, no dia 23 de novembro. O evento incluiu também discussão entre especialistas sobre questões como impacto para os beneficiários e consequências para o setor. O evento teve a participação de Luiz celso Dias Lopes, presidente do Conselho Diretor do IESS, José Cechin, superintendente executivo do IESS e Nuno Vieira, sócio de Serviços Financeiros na EY.
Nesta quarta-feira (29), o tema combate às fraudes integrará mesa de debate do seminário “Saúde Suplementar: Acesso e Sustentabilidade”, promovido pela Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) e o Estúdio Folha. O presidente do Conselho Diretor do IESS, Luiz Celso Dias Lopes, será um dos debatedores ao lado Nuno Vieira, sócio de serviços Financeiros da EY e Jorge Oliveira, presidente do Grupo Promédica.
Acesse o estudo na íntegra aqui.
Entre 2019 e 2022, o número de diagnósticos, tratamentos e acompanhamentos relacionados ao câncer de próstata aumentou 4,2% na saúde suplementar (de 14,1 mil para 14,7 mil). Apesar do indicador positivo, no entanto, ficou abaixo do volume de adesões do público masculino a planos de saúde médico-hospitalares. Nos últimos três anos da análise, houve crescimento de 6,6% em novos vínculos, sendo mais representativo nos grupos etários a partir de 40 anos.
As informações são do novo estudo do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), edição especial “Novembro Azul”, mês dedicado à conscientização da importância dos cuidados da saúde do homem e prevenção do câncer de próstata. O levantamento mostra, ainda, registro de queda de 16,8% nas internações no período de pandemia (entre 2019 e 2020) e ligeira alta de 2,1% de 2020 para 2021, contabilizando 11,7 mil e 12 mil procedimentos, respectivamente.
O estudo também traz dados específicos da população de maior risco (50 a 69 anos) e indica que as internações no período analisado diminuíram. Em 2019, a estimativa era de que a cada mil beneficiários de planos de saúde nessa faixa etária, 3,7 foram internados com o diagnóstico de câncer de próstata – em 2022, eram 3,6. Já entre 2020 e 2021, o número se manteve estável em três para cada mil, ambos os registros ficaram abaixo dos períodos pré e pós-pandemia.
Crescimento de adesões a planos
Vale ressaltar que as adesões a planos de saúde médico-hospitalares voltaram a crescer entre 2020 e 2022, apesar dos desafios impostos pela pandemia. Durante o período, houve alta de 6,6% no número de vínculos do público masculino – passou de 22 milhões para 23,4 milhões de contratos no País. O crescimento se deu em quase todos os grupos etários, porém foi mais significativo nos de 40 a 44 anos (20,8%), 45 a 49 anos (14,8%), e 70 a 74 anos (14%).
Clique aqui para acessar o estudo na integra.
Divulgamos recentemente o estudo do IESS sobre fraudes e desperdícios na saúde suplementar. O material inédito, feito pela EY, traz dados e análises sobre esse tipo de prática no setor, que resultam em aumento de custos, prejudica beneficiários e compromete a sustentabilidade do sistema como um todo.
A análise mostra que as perdas estimadas com fraudes, abusos e desperdícios foram da ordem de 12,7% das receitas das operadoras de planos de saúde, em 2022. Esse índice representa em valores reais os montantes entre R$ 30 e R$ 34 bilhões.
O estudo foi amplamente divulgado e teve destaque em diversos veículos de imprensa, como Folha de S.Paulo, Estadão e O Globo. Além disso, foi debatido durante um Webinar IESS no dia 23 de novembro. O evento teve a participação de Luiz Celso Dias Lopes, presidente do Conselho Diretor do IESS, José Cechin, superintendente executivo do IESS e Nuno Vieira, sócio de Serviços Financeiros na EY.
O debate incluiu questões como modalidades de fraudes e desperdícios, impacto para os beneficiários e consequências para o setor. Assista na íntegra aqui.
Acesse o estudo na íntegra aqui.
As fraudes e os desperdícios no sistema de saúde suplementar tem sido uma grande preocupação no setor. Recentemente, inclusive, a mídia tem dado amplo espaço para tema, uma vez que essas práticas aumentam os custos, prejudicam beneficiários e comprometem a sustentabilidade do sistema como um todo. Diante deste tema tão importante, o IESS lança estudo inédito com dados e análises sobre as fraudes e desperdícios no setor.
É importante ressaltar que o setor sempre esteve suscetível a essas questões e, apesar dos esforços constantes para coibir e prevenir que ocorram, o Brasil ainda enfrenta um grande desafio no enfrentamento desse tema. O conteúdo do estudo foi desenvolvido pela EY e traz uma dimensão real do problema. A proposta deste material inédito é incentivar o debate e apresentar meios de reduzir essas perdas, seja a partir da melhoria regulatória, seja por avançar na estrutura de governança e de ferramentas voltadas para combater a prática.
O estudo apresenta um diagnóstico com o perfil de fraudes e desperdícios no setor, traz dados sobre as melhores práticas em âmbito internacional, e apresenta dados inéditos de estimativas de valores e perdas para o sistema. Além disso, aponta insights com objetivo de prevenir e combater o problema.
Para se ter uma ideia, em 2022, estima-se que houve comprometimento negativo da ordem de 11% a mais de 12% nas receitas das operadoras de planos de saúde. O indicador apontado na análise representa perdas e prejuízos reais para o setor estimados entre R$ 30 bilhões e R$ 34 bilhões.
Debate importante
O estudo é uma referência para o setor e será tema do Webinar IESS | Fraudes e desperdícios: impactos e soluções para a saúde suplementar. O evento será realizado no dia 23 de novembro, a partir das 10h. Além de apresentar o estudo inédito, iremos debater com especialistas sobre quais são as principais modalidades de fraudes e tipos de desperdícios, quais são as reais consequências para o setor, como os beneficiários são impactados e o que pode ser feito para solucionar o problema.
Não perca. O encontro será transmitido aqui pelo site e pelos canais do IESS no Facebook e Youtube.
Participam como convidados Luiz Celso Dias Lopes, presidente do Conselho Diretor do IESS e Nuno Vieira, sócio de Serviços Financeiros na EY. A mediação fica a cargo de José Cechin, superintendente executivo do IESS.
Para acessar o estudo na íntegra, clique aqui.
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Recentemente, o IESS divulgou o Relatório do Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde (RECS) nº 66. O levantamento mensal destacou que, de maio a agosto, o Norte do País teve um crescimento de 1,3% no número de vagas preenchidas no setor, acima da média percentual em relação aos outros conjuntos de estados. A região teve registro de 280,6 mil empregos no fim do período.
Nesses três meses, o setor privado foi o que registrou a maior alta nas contratações, 2,1%, e encerrou agosto com 147,3 mil empregos. O setor público, por sua vez, cresceu 0,4% e fechou o período com 133,2 mil vínculos.
Das regiões do País, o Norte é o que tem menor peso na cadeia produtiva da saúde, mas foi a segunda região que teve o maior crescimento percentual nos três meses analisados. No País, o Centro-oeste foi o que teve maior alta nas contratações (1,5%) e encerrou agosto com 506,8 mil postos de trabalhos preenchidos.
O RECS é um estudo periódico realizado pelo IESS, que considera os setores público, privado e empregos diretos e indiretos. Clique aqui para baixar o levantamento mais atual e acompanhe nosso blog para novidades.
Em dezembro de 2022, durante o evento realizado para a entrega do 12° Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar, lançamos o livro Saúde nas Empresas: a Promoção de uma Ideia Sustentável. A publicação é gratuita e já se tornou referência no tema. Ela está disponível para download gratuito no site do IESS, na Biblioteca Nacional, no Google e na Amazon e, somente aqui no nosso portal, já foi baixada por mais de 3,8 mil pessoas.
O e-book traz 13 artigos e três cases de 33 autores e visa estimular a discussão sobre o assunto. Além disso, busca apresentar formas de promoção da qualidade de vida da população de um modo geral. São propostas não só para as empresas (programas de saúde, aproximação com funcionário, valorização do empregador), mas também para os próprios indivíduos (mudança de hábitos alimentares, prática de exercícios, acompanhamento psicológico).
IESSCast
Para complementar os debates presentes no livro, o IESS dedicou uma temporada inteira do IESSCast para tratar sobre a questão do papel das empresas na promoção da saúde dos funcionários. A série de episódios está disponível nas principais plataformas de streaming de áudio e no nosso canal do Youtube em formato de websérie. Confira.
Os empregos formais na cadeia da saúde seguem em alta. O setor encerrou o mês de agosto com 4,8 milhões de postos de trabalho preenchidos, 0,9% a mais em relação a maio deste ano. O setor privado é o que mais emprega e acumula 3,9 milhões de vínculos, ou seja 81%. O setor público, por sua vez, representa 19%, com 934,5 mil postos de trabalho.
A cadeia da saúde segue a tendência do mercado de trabalho da economia. O Brasil encerrou agosto com 43,8 milhões de empregados, que representa um crescimento de 1,2% em três meses. Os dados são do Relatório de Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde N° 66, publicação periódica do IESS, que monitora o setor.
Se compararmos as regiões do País, o Sudeste é o que mais emprega e detém praticamente metade dos postos preenchidos: 2,4 milhões. Em seguida, temos Nordeste (937,6 mil), Sul (711,6 mil), Centro-Oeste (506,8 mil) e Norte (280,6 mil).
Apesar do Sudeste ter um grande peso na cadeia da saúde no País, a região não foi a que mais cresceu. Em três meses, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais tiveram juntos um aumento de 1,1%. O Centro-Oeste teve a maior alta do setor com um aumento de 1,3% dos vínculos.
Baixe o RECS 66 e saiba mais aqui.
A diabetes atualmente afeta 9,6% dos beneficiários (4,87 milhões) inseridos na saúde suplementar. Assim, uma a cada dez pessoas com plano de saúde apresenta a doença, que vem progredindo, já que há 15 anos, a proporção era de uma a cada 17. A análise especial do IESS visa reforçar as ações preventivas relacionadas ao Dia Mundial do Diabetes (14/11).
O estudo, baseado nos dados do Inquérito Telefônico para Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas (Vigitel) de 2023, mostra que de 2008 (quando a taxa era de 6%) a 2023, houve um crescimento de 3,6 pontos percentuais na incidência da diabetes na saúde suplementar, o que representa cerca de 1,8 milhão de novos casos.
Além disso, a prevalência da doença é maior entre o público com 60 anos ou mais (26,3%). Nas faixas etárias de 40 a 49 anos, é de 9,4%, e na de 18 a 39 anos de apenas 1,7%. Observa-se, também, que de modo geral, a diabetes afeta de forma mais elevada as pessoas com menos escolaridade.
Os beneficiários de planos de saúde mais sedentários, bem como aqueles com obesidade apresentaram maiores taxas. Nas pessoas com obesidade, por exemplo, a diabetes atingiu 15,6%, mais que o dobro dos não obesos (7,5%).
Para acessar o estudo especial, clique aqui.
