É indiscutível que manter um estilo de vida saudável traz vários benefícios para a nossa saúde. Entre os fatores que contribuem para isso, está a atividade física. Que, além de ser fundamental para o balanço energético, controle de peso e equilíbrio mental, contribui para redução do risco de hipertensão, doença cardíaca coronária, AVC, diabetes, câncer de cólon e de mama, entre muitos outros benefícios.
No entanto, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, em todo o mundo um em cada cinco adultos e quatro em cada cinco adolescentes não praticam atividade física na frequência suficiente (150 minutos por semana). E quando se fala em se manter ativo, não necessariamente significa praticar algum esporte ou frequentar a academia, por exemplo. É considerado atividade física, qualquer movimento corporal que requeira gasto de energia em qualquer situação: trabalho, jogos, tarefas domésticas e viagens.
Por que a prática de atividade física ainda não é plenamente disseminada na sociedade? Quais estratégias possíveis para engajamento de mais pessoas às atividades físicas? Como uma agenda de cuidados integrados à saúde deve contemplar saúde mental, atividades físicas e alimentação? Para responder essas e outras perguntas, reunimos especialistas no Webinar IESS | Atividade física nos cuidados integrados de saúde, neste dia 20 de abril, a partir das 16h.
Na oportunidade, o IESS apresentará o Texto para Discussão 95: Prática de Atividade Física entre Beneficiários de Planos de Saúde Médico-Hospitalares. O estudo mostra que apenas 14,1% dos beneficiários atingiram o tempo de atividade física semanal recomendado pela Organização Mundial da Saúde, conforme dados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2019.
Participam do encontro - mediado por José Cechin, superintendente executivo do IESS -: a dra. Maria Cecília Marinho Tenório, presidente da Sociedade Brasileira de Atividade Física e Saúde e a dra. Silvia Lagrotta, presidente do Colégio Brasileiro de Medicina do Estilo de Vida. O evento será transmitido ao vivo em nosso canal do Youtube, no Facebook do IESS e, também, aqui no site.
Clique aqui para assistir ao vivo.
O JurisHealth é a plataforma de conteúdos jurídicos do IESS. No site, é possível encontrar diversos conteúdos que ajudam a compreensão de todo o ecossistema da saúde suplementar. Trata-se de uma iniciativa que visa fornecer referências técnicas e analíticas a respeito do setor no Brasil.
Para que haja equilíbrio e sustentabilidade no setor privado de saúde, é importante que todos os envolvidos entendam como ele funciona e a importância da utilização consciente dos serviços disponíveis. Por este motivo, o JurisHealth disponibiliza a cartilha Disciplina de Uso.
A cartilha esclarece sobre mecanismos de regulação, o que as operadoras podem ao não fazer, sobre a transparência das limitações ao consumidor. Além disso, traz informações acerca do reembolso de custos e da coparticipação psiquiátrica.
A cartilha está disponível para download gratuito. Clique aqui.
No dia 26 de maio, das 9h às 12h, o IESS reunirá especialistas no Fórum de Debates IESS: Plataformas e sustentabilidade na saúde suplementar: como promover a saúde e reduzir desperdícios e riscos assistenciais. O evento acontecerá de forma integrada à Hospitalar 2023, o mais importante evento da América Latina em soluções, produtos, serviços, tecnologia, inovações e equipamentos para a cadeia da saúde.
O objetivo do evento organizado pelo Instituto é debater, a partir de exposições de casos e experiências, sobre como plataformas são usadas e podem ser implementadas para prover sustentabilidade assistencial e econômica, além de ampliar o acesso à saúde.
Participam do encontro Martha Oliveira, CFO e Founder da Laços Saúde; João Paulo dos Reis Neto, presidente da Capesesp; José Antonio Diniz, presidente da FioSaúde - Caixa de Assistência Oswaldo Cruz; Fabio Boihagian, COO da HCentrix; Raquel Imbassay, diretora de Gestão Saúde Populacional da SulAmérica; Tania Moreira Grillo Pedrosa, presidente IAG Saúde e Cofundador da Plataforma Valor Saúde Brasil; Bruno Maciel, consultor em Gestão de Saúde e Estratégia Digital que atuou como Head of IT Strategy & Digital Transformation do Grupo DASA; Luiz Celso Dias Lopes, presidente do Conselho Diretor do IESS, e José Cechin, superintendente executivo do IESS.
O evento será presencial, mediante a inscrição no site da Hospitalar. Acompanhe nossas redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter e LinkedIn) e nosso site para saber mais sobre a programação e como se inscrever. Vagas limitadas!
Serviço:
Fórum de Debates IESS: Plataformas e sustentabilidade na saúde suplementar: como promover a saúde e reduzir desperdícios e riscos assistenciais
Data: 26/05
Horário: 9h às 12h
Local: Hospitalar 2023, sala 210 (mezanino)
Endereço: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, São Paulo, SP)
Dos 4,7 milhões de empregos disponíveis na cadeia produtiva da saúde, em dezembro de 2022, quase metade (2,3 milhões) estão concentrados na região Sudeste. A informação é do Relatório do Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde nº 62, desenvolvido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS).
O estudo considera os setores público, privado e empregos diretos e indiretos sendo que, do total de vínculos na cadeia, 3,8 milhões (80%) pertencem ao setor privado com carteira assinada – proporção que aumentou 0,8 pontos percentuais em relação a setembro do ano passado
Depois do Sudeste, o maior volume de oportunidades do setor está no Nordeste (933,6 mil) seguido do Sul (692,9 mil), Centro-Oeste (486,3 mil) e Norte (271,8 mil).
No acumulado do ano, considerando os subsetores, o que mais gerou empregos formais na cadeia foi o de prestadores (82,3 mil), seguido por fornecedores (40,6 mil) e operadoras (4,9 mil). No total, o saldo do setor privado (128 mil) representa 6,3% do volume gerado pela economia (2 milhões).
Para acessar o relatório na íntegra, clique aqui.
Recentemente o IESS lançou o Texto para Discussão N° 93: Covid-19 e Doenças Respiratórias em Crianças: 2019 e 2021. O estudo analisou o cenário epidemiológico em crianças de zero a 14 anos beneficiárias de planos de saúde no Brasil. Um dos destaques do estudo foi o crescimento expressivo de casos de doenças respiratórias em bebês com até 1 ano de idade durante a fase de flexibilização das medidas restritivas impostas pela pandemia de Covid-19.
De acordo com os dados coletados, entre 2020 e 2021, houve uma alta de 92% na incidência de casos de doenças que acometem o sistema respiratório. Em números absolutos, isso representa um salto de 391 para 751 casos. Já em relação à infecção causada por COVID-19, os casos dobraram entre 2020 e 2021. A variação percentual foi de 99,2 % entre os dois anos, ou aumento de 253 para 504 em termos absolutos.
O TD 93 foi desenvolvido a partir de 19.789 observações extraídas do banco de dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Clique aqui para acessar o TD 93 na íntegra.
O Nordeste seguiu na contramão das demais regiões do País, sendo o único a contabilizar, em dezembro de 2022, saldo mensal positivo de empregos (1,3 mil) na cadeia produtiva da saúde. O indicador foi puxado pelo setor privado, que acumulou 12,1 mil vagas. As informações são do Relatório do Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde nº 62, publicação do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS).
O desempenho negativo do setor público (-43,9 mil vagas) afetou as oportunidades na cadeia da saúde. Desta forma, com exceção do Nordeste, as demais regiões fecharam com saldo negativo: Sudeste (-26 mil), Centro-Oeste (11,7 mil), Norte (-2,6 mil) e Sul (-2,2 mil).
No fechamento dos nos últimos três meses encerrados em dezembro de 2022, o número de oportunidades na cadeia da saúde foi de 4,72 milhões. No volume total, houve leve queda (-1%) em relação a setembro, quando havia 4,77 milhões.
Para acessar o relatório na íntegra, clique aqui.
O Congresso Jurídico de Saúde Suplementar voltou a ser realizado após dois anos de paralização devido a pandemia global da Covid-19. Organizado pelo Colégio Permanente de Diretores de Escolas Estaduais da Magistratura (COPEDEM), a décima edição do evento foi realizada de maneira híbrida pela primeira vez após nove edições e foi transmitido online e ao vivo.
O IESS foi apoiador do evento, em parceria com o Consultor Jurídico (ConJur), Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Escola Nacional da Magistratura (ENM), Escola de Formação Judiciária (TJDFT), Ordem dos Advogados do Brasil – Distrito Federal (OAB/DF) e Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde).
“O objetivo do nosso encontro é debater temas jurídicos que são relevantes para o desenvolvimento do sistema de saúde suplementar. Essas discussões devem atingir tanto as operadoras quanto as pessoas que compram plano de saúde. Trata-se, sempre, de ter um equilíbrio entre esses dois lados”, ressaltou José Cechin, superintendente executivo do IESS, durante congresso em Brasília.
Durante o evento, foram discutidos temas relacionados a reajuste, rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e health techs. Para tratar destes assuntos, o Congresso Jurídico reuniu grandes nomes da área da saúde e também do setor judiciário, tais como os ministros do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Ricardo Villas Boas Cueva e João Otávio de Noronha.
Para assistir ao congresso na integra, acesse o site do IESS ou nosso canal no Youtube.
O número de pessoas empregadas na cadeia produtiva da saúde foi de 4,72 milhões, nos últimos três meses encerrados em dezembro de 2022. No volume total, houve leve queda (-1%) em relação a setembro, quando havia 4,77 milhões. As informações são do Relatório do Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde nº 62, publicação do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). O estudo considera os setores público, privado e empregos diretos e indiretos sendo que, do total de vínculos na cadeia, 3,8 milhões (80%) pertencem ao setor privado com carteira assinada – proporção que aumentou 0,8 pontos percentuais em relação a setembro do ano passado. Na mesma comparação trimestral, o mercado de trabalho da economia teve retração de 0,3%. Vale destacar que no Sudeste estão concentrados quase metade dos empregos do setor com 2,3 milhões de vínculos, seguido pelo Nordeste (933,6 mil), Sul (692,9 mil), Centro-Oeste (486,3 mil) e Norte (271,8 mil). No acumulado do ano, considerando os subsetores, o que mais gerou empregos formais na cadeia foi o de prestadores (82,3 mil), seguido por fornecedores (40,6 mil) e operadoras (4,9 mil). No total, o saldo do setor privado (128 mil) representa 6,3% do volume gerado pela economia (2 milhões). Para acessar o relatório na íntegra, clique aqui.
A mais recente publicação do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), “Saúde nas Empresas: A Promoção de uma Ideia Sustentável” está disponível em nosso portal para download gratuito. O blog de hoje trará, de maneira detalhada, três dos assuntos abordados para que as pessoas possam saber um pouco mais sobre o conteúdo.
O livro, lançado em dezembro de 2022, conta com 16 artigos e cases de 33 autores, e busca evidenciar a importância do estímulo à saúde por parte das empresas, e também, apresentar formas de promoção da qualidade de vida da população de um modo geral.
O capítulo “Gestão de Programas de Promoção de Saúde em Empresas e seus Principais Indicadores de Mensuração e Monitoramento”, assinado por Alberto Ogata, traz uma reflexão importante para as empresas. O texto discorre sobre a prática de atividades dos programas empresariais em um conjunto coordenado, sistematizado e abrangente, capaz de agir como catalisador para a mudança no ambiente de trabalho.
Escrito por Rosicler Dennanni Rodriguez, o capítulo “Cuidados Alimentares e o trabalho” prioriza a qualidade de vida da população. O artigo contribui para que os beneficiários do sistema de saúde suplementar compreendam a importância de uma alimentação balanceada no âmbito do trabalho, tanto para a produtividade, quanto para seu próprio bem-estar.
Por fim, José Cechin, no capítulo “Transformações desde meados do século XX e sua relação com o aumento das condições crônicas”, contribui para o entendimento tanto das empresas quanto dos colaboradores. O texto aborda as principais mudanças que ocorreram na sociedade e que influenciaram no aumento das doenças e, consequentemente, na utilização do sistema de saúde público e privado.
Baixe o livro gratuitamente aqui.
O conceito de fraude está associado a qualquer ato enganoso e de má fé que tenha como objetivo lesar alguém em benefício próprio. Na saúde suplementar, ele está relacionado a práticas antiéticas que ocorrem de diversas maneiras em setores diferentes, mas que não necessariamente implicam em violação de normas legais.
No setor, as fraudes lesam todos os envolvidos na cadeia, incluindo os beneficiários, pois interfere diretamente na sustentabilidade econômico-financeira dos planos de saúde. Para se ter uma dimensão, quase R$ 28 bilhões foram gastos para cobrir custos de procedimentos médicos desnecessários e fraudes em contas hospitalares, somente em 2017.
São exemplos de fraudes: casos em que um usuário empresta a sua carteirinha do convênio para outra pessoa, solicita reembolsos indevidos, ou ainda quando médicos submetem seus pacientes a procedimentos e exames desnecessários para ter melhor remuneração.
Essas e outras informações sobre este tema estão disponíveis na cartilha gratuita Fraude na Saúde Suplementar, do JurisHealth, plataforma de conteúdo jurídico desenvolvida pelo IESS. O material explica o conceito de fraude na saúde e traz diversos exemplos e ações ilícitas divididas em categorias como regulação, gestão de recursos, aquisição, pacientes.
Acesse a cartilha Fraudes na Saúde Suplementar na íntegra aqui para saber mais sobre os tipos de fraudes e como elas podem interferir na sustentabilidade da Saúde Suplementar.
