O número de beneficiários com planos de saúde médico-hospitalares segue em crescimento no País. Em maio, atingiu a marca de 51,1 milhões de vínculos com crescimento de 1,7% no período de 12 meses, que representa um acréscimo de 843,6 mil vínculos no período.
As informações são da nova Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB) n° 95 do IESS, publicação periódica que apresenta os principais resultados do mercado de planos de saúde.
Dentre os tipos de planos, os coletivos empresariais, que representam 70% do total de vínculos, fecharam com alta 2,8%. Em um ano, o número de vínculos passou de 35,2 milhões para 36,2 milhões, refletindo o aquecimento do mercado de trabalho. O estoque de empregos formais no período teve aumento de 3,7%.
Já os planos individuais e familiares apresentaram leve queda de 0,8%. Em maio de 2023, eram 8,8 milhões de beneficiários com este tipo de contratação e o número caiu para 8,7 milhões no mesmo mês deste ano.
Confira e baixe gratuitamente a NAB 95 aqui.
Cada vez que uma nova tecnologia é criada e homologada para o setor de saúde, o debate renasce: ela deve ou não ser “incorporada” ao sistema, sendo público ou privado? A questão é das mais complexas e é assim no mundo todo. Afinal, o avanço tecnológico é um dos principais catalizadores de custos da saúde. E, na maioria das vezes, são tecnologias que tendem a ser agregadas às outras já existentes, quase nunca em substituição. Para ajudar na compreensão desse tema, o IESS Educação disponibiliza o conteúdo “Incorporação de Tecnologias na Saúde Suplementar”, apresentado pelo médico Cassio Ide Alves, superintendente Médico da Abramge (Asssociação Brasileira de Planos de Saúde). Disponível aqui.
A aula aconteceu em junho de 2023 e segue extremamente atual. Foi extraída do Workshop de Saúde Suplementar, realizado em Brasília, em uma parceria entre IESS e FGV (EAESP). O evento de caráter técnico contou com o apoio das principais organizações representativas do sistema de saúde suplementar: Abramge, Fenasaúde, Unidas e Unimed Brasil.
Ide Alves, em sua apresentação, explica didaticamente o funcionamento de inclusão de tecnologias no sistema de saúde suplementar, além de indicar os marcos regulatórios e o processo decisório mais adequado para as escolhas. O conteúdo tem duração de 1 hora e o custo é de R$ 89,90. Conta com PPT de apoio e certificado de conclusão. Acesse aqui.
Entre 2022 e 2023, os procedimentos médico-hospitalares passaram de 1,6 para 1,7 bilhão no Brasil – aumento de 7,5%, considerando os grandes grupos de assistência na saúde suplementar (nos últimos cinco anos o crescimento foi de 18,5%). No mesmo período, as terapias tiveram aumento significativo de 19,7%, saltaram de 66,8 para 79,9 milhões de um ano para o outro, respectivamente.
As informações do Panorama da Saúde Suplementar Brasileira: 2019 a 2023 - Análise do Mapa Assistencial da ANS, desenvolvido pelo IESS, revelam que, apesar da alta expressiva, o volume total de terapias ainda permanece um pouco abaixo que o período pré-pandemia, com queda de 1,4% quando comparado com 2019.
A apuração mostra ainda que, entre 2022 e 2023, houve aumento em todos os tipos de procedimentos analisados. Foi o caso de consultas médicas em prontos-socorros (8,5%), exames complementares (7,1%), internação (4,8%), e consultas médicas ambulatoriais (2,6%).
Além disso, durante o período, houve alta de 10,7% no grupo de outros atendimentos ambulatoriais, que incluem, por exemplo, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas e terapeutas ocupacionais e psicólogos.
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Obesidade se tornou pandemia mundial e um foco permanente de preocupação de gestores de saúde. O enfrentamento dessa doença vai muito além das atribuições de governos: além do próprio indivíduo, também as empresas precisam se envolver nesse tema. Além de questões comportamentais, a obesidade mundial, que vale obviamente também para o Brasil, está diretamente relacionada ao consumo de alimentos ultraprocessados. Esse é o tema dessa aula do IESS Educação: Consumo de Ultraprocessados e Impactos na Obesidade: Os Desafios da Saúde Suplementar.
A aula é conduzida pelo nutricionista Felipe Delpino, pesquisador do IESS. Ele explica as características dos alimentos ultraprocessados e quais têm sido os efeitos de consumo sobre a saúde populacional. Também apresenta alguns dos principais estudos mais recentes realizados sobre o tema, além de explicar a parte normativa e como o sistema de saúde suplementar pode enfrentar o desafio de reduzir a presença da obesidade entre os beneficiários de planos de saúde.
O conteúdo foi desenvolvido em parceria com a Escola Nacional de Seguros (ENS) e, além da aula previamente gravada, conta com PPT de apresentação e apostila, além de certificado. O custo é de R$ 89,90 e está disponível aqui na plataforma IESS Educação.
O índice de Variação de Custos Médico-Hospitalares (VCMH) é o principal utilizado para servir de parâmetro para o reajuste do plano de saúde. Pode e deve ser apurado em qualquer carteira de beneficiários, embora, a depender do tamanho da carteira, não seja medida fácil. Para entender sobre esse tema fundamental da saúde suplementar, disponibilizamos a aula Variação dos Custos Médico-Hospitalares na nossa plataforma IESS Educação: https://www.jurishealth.com.br/cursos
No conteúdo, o superintendente executivo do IESS, José Cechin, explica os fundamentos para o cálculo do indicador e explica a diferença em relação aos índices de inflação em geral, apurados na economia. O índice VCMH/IESS é o mais importante utilizado pelo sistema de saúde suplementar do Brasil. Baseia-se em metodologia internacional e, talvez você não saiba, mas há mais de 10 anos é a área mais acessada em nosso site.
A aula foi desenvolvida em parceria com a Escola Nacional de Seguros (ENS). O conteúdo foi gravado em julho de 2021 e segue perfeitamente atual. Além disso, há uma análise extremamente relevante sobre o comportamento do indicador durante a pandemia da Covid-19.
O valor do conteúdo é de R$ 89,90 e a aula tem duração de 1h30, além de contar com conteúdos extras (apostila e PPT) e certificado de conclusão.
Acesse o novo curso aqui.
Recentemente o IESS divulgou o estudo “Prevalência e fatores associados à hipertensão entre beneficiários de planos de saúde”. A análise, baseada em dados da pesquisa Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico de 2023 (Vigitel), mostra que a doença afetou 25,8% dos beneficiários de planos de saúde, cerca de 3,9 milhões de moradores das capitais do País e Distrito Federal, em 2023.
A maior prevalência, no entanto, está entre os beneficiários com 60 anos ou mais, que foram os mais afetados pela doença (58,9%). O percentual é o dobro do indicador registrado entre a faixa de 40 a 59 anos (29,8%). Entre os mais jovens, com idades entre 18 a 39 anos, a prevalência foi bem menor, de 6,8%.
O estudo também indica que da doença foi ligeiramente maior entre os homens, impactando 26,8% dos beneficiários – 1,8 ponto percentual superior às mulheres. Em relação à cor da pele, o maior percentual registrado (27,1%) corresponde as pessoas pretas, seguido por pardos (26,8%), amarela/indígena (24,2%) e brancas (23,7%).
Clique aqui para acessar o estudo especial na integra.
No mês passado colocamos no ar o IESS Educação, a nossa nova plataforma de conhecimento, que reúne cursos, aulas especiais e conteúdos educativos apresentados em seminários, como palestras temáticas. Está disponível dentro do nosso site JurisHealth.
Disponibilizamos, regularmente, conteúdos sobre temas relacionados à saúde suplementar, especialmente considerando as três áreas de acompanhamento do IESS: Economia, Direito e Promoção e Gestão da Saúde e Qualidade de Vida.
Acesse aqui e conheça os cursos já disponíveis na plataforma:
- Fundamentos Econômicos e Atuariais dos Contratos de Saúde Suplementar (por Sandro Leal Alves)
- Extensão do Plano de Saúde Pós-Emprego (por Luciana Sakamoto)
- Cancelamentos de Planos de Saúde: Legislação, Procedimento e Jurisprudência (por Clenio Schulze)
- Promoção da Alimentação Saudável no Ambiente de Trabalho (por Rosicler Dennanni Rodriguez)
- Variação dos Custos Médico-Hospitalares (por José Cechin)
As inscrições para a 14ª edição da mais importante premiação de trabalhos acadêmicos do seguem abertas. No Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar, podem ser inscritos artigos científicos e trabalhos de conclusão de curso de pós-graduação (especialização, MBA, mestrado ou doutorado) nas áreas de Economia, Direito e Promoção de Saúde, Qualidade de Vida e Gestão em Saúde.
O Prêmio reconhece as melhores contribuições acadêmicas relacionadas ao setor e, além disso, conta com um importante espaço para exibição de pôsteres. Nesta modalidade, além dos trabalhos de pós-graduação (especialização, MBA, mestrado e doutorado), também podem ser inscritos trabalhos de graduação (nível universitário) nas mesmas categorias citadas anteriormente.
Trata-se de uma iniciativa com o objetivo de incentivar a pesquisa e o interesse de pesquisadores pelo setor desde o começo da vida acadêmica. Além de ser um importante espaço para troca de conhecimento e experiências.
A sessão também está com inscrições abertas. No entanto, não há uma premiação, mas conta com ISSN (International Standard Serial Number), número que pode ser incluído ao currículo Lattes de pesquisadores para comprovação de apresentação de estudos em espaços acreditados.
As inscrições para o prêmio e para o espaço de exibição de pôsteres são gratuitas e vão até 16 de outubro.
Clique aqui para mais informações e acesso aos regulamentos. Inscreva-se!
Divulgamos recentemente o Relatório do Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde (RECS) nº 71, que traz dados importantes do setor. A publicação foi reformulada e agora apresenta uma análise especial.
Nesta edição traz alguns destaques sobre o Nordeste, que apresentou o maior crescimento de contratações (2,2%), no setor privado, entre fevereiro e maio deste ano. No último mês, inclusive, a região representava 16,5% dos vínculos empregatícios na economia brasileira. Já a cadeia de saúde suplementar correspondia a 0,9% do total de trabalhadores empregados no Nordeste.
Importante destacar que a cadeia produtiva da saúde, que considera os setores público, privado e empregos diretos e indiretos, encerrou o mês de maio com 4 milhões e 967 mil empregos no País, volume que representa crescimento de 1% no trimestre.
Para acessar o relatório na íntegra, clique aqui.
A cadeia produtiva da saúde encerrou o mês de maio com 4 milhões e 967 mil empregos no País, volume que representa crescimento de 1% no trimestre. Esse é um dos destaques do mais recente Relatório do Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde (RECS) nº 71, desenvolvido IESS.
O estudo considera os setores público, privado e empregos diretos e indiretos e mostra que a região Centro-Oeste registrou o maior crescimento (5%) no número de pessoas empregadas na cadeia, no comparativo de doze meses. Na sequência aparecem o Sudeste (4,7%), Norte (4,2%), Sul (1,5%) e Nordeste (1,4%).
O Centro- Oeste também foi a região que mais cresceu em relação a economia (12,5%), seguido por Norte (12,4%), Nordeste (12,3%), Sudeste (10,5%) e Sul (8,4%).
A publicação também traz uma Análise Especial sobre o Nordeste, que apresentou o maior crescimento (2,2%), no trimestre, no setor privado entre fevereiro e maio deste ano. No último mês, inclusive, a região representava 16,5% dos vínculos empregatícios na economia brasileira. Já a cadeia de saúde suplementar correspondia a 0,9% do total de trabalhadores empregados no Nordeste.
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