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Maio 2024
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As oportunidades de empregos geradas na cadeia produtiva da saúde fecharam os últimos três meses encerrados em janeiro deste ano com alta de 1,6% e totalizam 4 milhões e 942 mil vínculos no País. As informações são do Relatório do Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde nº 69, publicação do IESS. 

O estudo considera os setores público, privado e empregos diretos e indiretos sendo que, as regiões Norte e Nordeste se destacam com 14,5% e 12,4%, respectivamente, considerando o peso da cadeia no mercado de trabalho total. 

Praticamente metade dos vínculos (2,4 milhões) pertencem ao Sudeste, no entanto, a região que registrou o maior crescimento no trimestre (18,3%) foi o Norte, seguido do Sudeste (1,5%), Centro-Oeste (0,5%) e Nordeste (0,4%). O Sul apresentou variação negativa (-1,9%) no período.

De acordo com a análise, 4 milhões de empregos (81%) pertencem ao setor privado com carteira assinada. Na mesma comparação trimestral, o mercado de trabalho da economia teve registro de alta (1,3%).  

Para acessar o relatório na íntegra, clique aqui.
 

Abril 2024
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Um conjunto de empresas que atuam no setor de saúde e orientadas à alta tecnologia, as chamadas health techs, conduzem, nesse momento, uma grande transformação no sistema de saúde suplementar. Vamos conhecer sobre essa revolução durante o evento “IESS Debate Saúde 4.0 e a nova gestão focada em ESG - Casos práticos de remuneração, combate ao desperdício e promoção da saúde”, durante a Hospitalar 2024.

O evento acontece em 22 de maio, das 9h às 12h, na sala 206A, no Mezanino (espaço de conteúdos e debates técnicos da Feira). Use o código IESS e se inscreva gratuitamente por aqui. As vagas são limitadas e o evento será exclusivamente presencial.

Na primeira parte do encontro, o foco será em casos práticos de uso de tecnologias para melhorar o desempenho financeiro dos agentes do setor: operadoras e prestadores de serviços. Reuniremos casos das empresas Carefy, Weknow e Hi! Healthcare Inteligence. As iniciativas apresentam ações de enfrentamento ao desperdício, combate às fraudes e apoio na modelagem de novos métodos de precificação de serviços de saúde, considerando situações que envolvam compartilhamento de riscos e composição de pacotes/bandles; capitation; e valued based healthcare. Obviamente que também serão mostrados os ganhos assistenciais e de promoção da saúde.

No segundo bloco do evento, o olhar se fixa nas ações que usaram tecnologia para analisar comportamentos de beneficiários, características de uso do sistema, riscos associados e iniciativas preventivas e de promoção da saúde. Nesse conjunto de iniciativas, a lógica dos impactos secundários dos casos agora se inverte em relação à parte anterior: além dos ganhos efetivos de gestão de saúde, quais foram também as repercussões econômicas? Caberá aos profissionais das empresas Docway, Tech Balance, Omint e Grupo Hapvida Notredame Intermédica responder essas perguntas.

Programação

9h – Abertura - Luiz Celso Dias Lopes, Presidente do Conselho Diretor do IESS e Vice-Presidente Técnico e Regulatório no Grupo Hapvida Notredame Intermédica 
 
9h10 às 10h30 - Painel 1 – Uso de tecnologias na saúde suplementar para combater desperdício e aperfeiçoar os modelos de remuneração por serviços em saúde
 
Palestrantes / Debatedores
Marcelo Alexandre Santos, CEO da Carefy
Jackson Batista Jr., Co-Founder e Diretor de Serviços e Alianças Estratégicas da Weknow
Felipe Fagundes, CEO da Hi! Healthcare Inteligence
 
Comentários
Luiz Celso Dias Lopes, Presidente do Conselho Diretor do IESS e Vice-Presidente Técnico e Regulatório no Grupo Hapvida Notredame Intermédica 
 
Mediação
José Cechin, superintendente executivo do IESS
 
10h30 às 12h Uso de tecnologias na saúde suplementar para promover saúde e melhorar o cuidado do paciente 
 
Debatedores
Jorge Andrade, Diretor de TI do Grupo Hapvida Notredame Intermédica
Eduardo Cordioli, Head de Inovação da Docway
Dra. Michelle Genario, Diretora Clínica da Tech Balance
Dr. Marcos Roberto Loreto, Diretor Técnico – Médico da Omint
 
Comentários
Dr. Alberto Ogata, Professor da GV Saúde
 
Mediação
José Cechin, superintendente executivo do IESS

Serviço
IESS Debate Saúde 4.0 e a nova gestão focada em ESG - Casos práticos de remuneração, combate ao desperdício e promoção da saúde
Dia 22/05
Das 9h às 12h
Hospitalar 2024, sala 206A (mezanino)
São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, São Paulo - SP)
Use o código IESS e se inscreva gratuitamente por aqui (https://euvou.events/hospitalar2024)

Abril 2024
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Em fevereiro deste ano, o Rio Grande do Norte contabilizou 615 mil beneficiários com planos de saúde médico-hospitalares, marca histórica recorde desde o início da série histórica da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em 2000. As informações são da Análise Especial da Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB) nº 92, desenvolvida pelo IESS.

O estudo mostra que, apenas nos últimos 12 meses, houve crescimento de 2,8% em novos contratos no estado Potiguar, índice acima da média nacional (1,9%), com acréscimo de 17 mil vínculos no período, que refletiu em todas as faixas etárias. No Brasil, atualmente o número de beneficiários é de 50,9 milhões.  

De uns anos pra cá, o estado registrou oscilações em relação ao número de beneficiários. Em dezembro de 2013 alcançou seu primeiro pico com 538 mil contratos. Depois disso, até junho de 2017, houve queda de 40 mil, passando para 498 mil, e logo na sequência, permaneceu estável até o início da pandemia de Covid-19, em março de 2020. Posteriormente, o número de beneficiários voltou a crescer até atingir a marca atual, em fevereiro (615 mil).      

Vale ressaltar que, do total de planos no estado, a maior parte (355,8 mil) são do tipo coletivo empresarial, que entre fevereiro de 2023 e 2024 teve alta de 4,8% com acréscimo de 16,1 mil beneficiários. A modalidade tende a acompanhar o número de trabalhadores formais com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que durante os 12 meses cresceu de 5% no volume de empregos, totalizando 24 mil postos no estado. 
 
Clique aqui para ver a Análise Especial da NAB 92 na íntegra.

Abril 2024
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Quais experiências comprovam o uso da tecnologia em práticas sustentáveis para promover saúde aos pacientes? Quais exemplos são tangíveis e experimentados para prever doenças e conter sinistros? E para combater fraudes ou outros desperdícios? Ou, ainda, para balizar novos contratos entre operadoras e prestadores?

O evento “IESS Debate Saúde 4.0 e a nova gestão focada em ESG - Casos práticos de remuneração, combate ao desperdício e promoção da saúde”, durante a Hospitalar 2024, tem a pretensão de encontrar essas respostas.

Será realizado em 22 de maio, das 9h às 12h, na sala 206A, no Mezanino (espaço de conteúdos e debates técnicos da Feira). Use o código IESS e se inscreva gratuitamente por aqui (https://euvou.events/hospitalar2024). As vagas são limitadas.

Operadoras como Hapvida, Omint e Unimed, entre outras, se uniram a algumas das mais inovadoras startups e health techs do País para construir esses exemplos práticos. 

Veja a programação do evento:

9h – Abertura - Luiz Celso Dias Lopes, Presidente do Conselho Diretor do IESS e Vice-Presidente Técnico e Regulatório no Grupo Hapvida Notredame Intermédica 
 
9h10 às 10h30 - Painel 1Uso de tecnologias na saúde suplementar para combater desperdício e aperfeiçoar os modelos de remuneração por serviços em saúde
 
Palestrantes / Debatedores
Marcelo Alexandre Santos, CEO da Carefy
Jackson Batista Jr., Co-Founder e Diretor de Serviços e Alianças Estratégicas da Weknow
Felipe Fagundes, CEO da Hi! Healthcare Inteligence
 
Comentários
Luiz Celso Dias Lopes, Presidente do Conselho Diretor do IESS e Vice-Presidente Técnico e Regulatório no Grupo Hapvida Notredame Intermédica 
 
Mediação
José Cechin, superintendente executivo do IESS
 
10h30 às 12h – Uso de tecnologias na saúde suplementar para promover saúde e melhorar o cuidado do paciente
  
Debatedores
Jorge Andrade, Diretor de TI do Grupo Hapvida Notredame Intermédica
Eduardo Cordioli, Head de Inovação da Docway
Dra. Michelle Genario, Diretora Clínica da Tech Balance
Dr. Marcos Roberto Loreto, Diretor Técnico – Médico da Omint
 
Comentários
Dr. Alberto Ogata, Professor da GV Saúde
 
Mediação
José Cechin, superintendente executivo do IESS
 

Abril 2024
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A Revista Brasileira de Saúde Suplementar (RBSS) está aberta para receber submissões de novos artigos. A publicação do IESS é uma iniciativa inédita no Brasil no setor e visa fomentar a produção acadêmica, contribuir e ampliar o conhecimento e desenvolvimento sobre o sistema suplementar de saúde e suas áreas relacionadas.
 
A RBSS tem um modelo de publicação contínua, garantindo, assim, uma rápida disseminação dos trabalhos. Isso significa que são aceitas submissões o ano todo e os artigos aprovados são, imediatamente, disponibilizados na publicação. Além disso, o IESS também dá visibilidade para o tema e para o autor, divulgando o trabalho aqui no blog e nas redes sociais: X (antigo Twitter), Facebook, Instagram e LinkedIn. 
 
A revista aceita diversos tipos de contribuições, incluindo estudos com dados originais, revisões sistemáticas e artigos de opinião, independentemente da filiação institucional do autor. Não há nenhuma taxa para submissão e os trabalhos devem ser inéditos e formatados conforme as diretrizes estabelecidas: utilizar fonte tamanho 12, espaçamento simples, e serem acompanhados de um resumo e das referências bibliográficas.
 
Para submeter artigos, os interessados devem acessar rbss.org.br e se registrar no sistema. A equipe editorial do IESS, composta por um comitê externo de revisão por pares, realizará a avaliação. 
 
Aproveite a oportunidade!
 
O IESS convida a todos a aproveitar esta oportunidade para disseminar pesquisas, de forma gratuita, e contribuir para o avanço do conhecimento no campo da Saúde Suplementar. Submeta seu trabalho para a RBSS e faça parte da discussão acadêmica sobre este setor em constante evolução.
 

Abril 2024
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A geriatria é a especialidade médica responsável por estudar, prevenir e tratar doenças relacionadas ao envelhecimento. Na saúde suplementar, vem se observando, ao longo dos anos, um crescimento constante do número de beneficiários na faixa etária de 60 anos ou mais. Para se ter uma ideia, em 2023, foi registrado número recorde desse público: 7,5 milhões de idosos com planos de assistência médico-hospitalar. 

Mas apesar do grande número de beneficiários neste grupo etário, o estudo do IESS “Número de consultas da Saúde Suplementar: Evolução entre 2019 e 2022” identificou uma queda expressiva de 32,5% nas consultas com especialistas em geriatria. No primeiro ano da análise, o registro foi de 1,6 milhão de procedimentos e no ano retrasado, 1 milhão. 

Ao analisar ano a ano, as consultas com essas especialidades tiveram uma queda constante entre 2019 e 2021 e só voltaram a aumentar em 2022. Veja abaixo:

Variação das consultas com geriatras entre os anos

- 2019 (1,67 MI) para 2020 (1,34 MI): -17,8%
- 2020 (1,3 MI) para 2021 (1,03 MI): -24,8%
- 2021 (1 MI) para 2022 (1,08 MI): 5%
- 2019 (1,67 MI) para 2022 (1,08 MI): -32,5%

O estudo aponta que a pandemia de Covid-19 pode ter influenciado nessa oscilação, uma vez que os idosos eram grupo de risco e foram orientados a tomarem medidas rigorosas de
isolamento social.  Muitos adiaram consultas médicas e exames a fim de diminuir as chances de se expor ao vírus.

A análise do IESS foi baseada em dados do Mapa Assistencial da Saúde Suplementar de 2023 da ANS e está disponível na íntegra para consulta e download aqui
 

Abril 2024
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As consultas médicas são um instrumento importante e desempenham um papel fundamental quando se trata de cuidados com a saúde. Entre 2019 e 2022, o número de consultas na especialidade alergia e imunologia tiveram um crescimento acentuado de 42,1% – saltaram de 2,1 milhões para 3 milhões de procedimentos no período. As informações são do estudo especial sobre número de consultas na saúde suplementar, desenvolvido pelo IESS.

A apuração, com base no Mapa Assistencial da Saúde Suplementar, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), mostra que as consultas dessa especialidade sofreram oscilação desde o início da análise. De 2019 para 2020, no período de pré-pandemia da Covid-19, houve queda no volume total, passando de 2,1 milhões para 1,6 milhão (-25,5%). Mas, a partir de 2021, voltaram ao patamar inicial de 2,1 milhões e, no ano seguinte, atingiram 3 milhões de consultas.
 
A angiologia, que tem papel essencial na área de medicina vascular, é outra especialidade que registrou aumento percentual expressivo em consultas (21,1%) – passou de 1,9 milhão, em 2019, para 2,3 milhão, em 2022.  

Clique aqui para acessar o estudo especial na integra.

Abril 2024
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O IESSdata é uma ferramenta gratuita de pesquisa interativa que reúne, em um único local, uma série de dados essenciais para compreender o setor da saúde suplementar e acompanhar sua evolução ao longo dos anos. A plataforma online do IESS é atualizada constantemente e permite que pesquisadores, gestores e qualquer pessoa interessada no assunto acessem facilmente informações como o Índice de Variação do Custo Médico Hospitalar (VCMH/IESS) e o total de beneficiários de planos de saúde em todo o País, segmentados por região e tipo de vínculo.
 
Além disso, com apenas alguns cliques, é possível acessar informações como a quantidade de operadoras de planos médicos e as despesas assistenciais. Os usuários podem visualizar, ainda, gráficos interativos e criar tabelas para download.
 
O IESSdata oferece também dados econômicos relevantes para o setor. É possível consultar informações sobre o Produto Interno Bruto (PIB), renda, inflação, níveis de emprego e desemprego, e taxas de juros, tudo de forma simples e prática. A plataforma foi desenvolvida com uma interface dinâmica, que permite que os usuários personalizem filtros e façam cruzamentos de dados de acordo com suas necessidades.
 
Para utilizar o IESSdata, basta se inscrever rapidamente na plataforma ou fazer login utilizando sua conta do Google, Facebook ou LinkedIn. Clique aqui para mais detalhes e começar a explorar os dados disponíveis.
 

Abril 2024
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Em dezembro de 2023, o Centro-Oeste registrou 514.021 pessoas empregadas na cadeia produtiva da saúde e uma alta de 1% em três meses. A informação é do Relatório de Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde (RECS nº 68), divulgado recentemente pelo IESS. 
 
Do total de empregos na região, 72,7%, ou 374.044, pertencem ao setor privado, que também registrou alta de 0,2% entre setembro e dezembro do ano passado. Já o setor público, encerrou o período com 139.977 e uma alta de 3,2%.
 
O estudo destaca ainda que o Brasil encerrou 2023 com 4,867 milhões de empregos na cadeia produtiva da saúde e com um aumento de 0,3% no período analisado. Esse crescimento no número dos vínculos, ao contrário da região Centro-Oeste, foi puxado pelo setor privado, que também contratou mais no período. Em dezembro, registrou 3.947 milhões de empregados, 08% a mais do que em setembro.  
 
O Relatório do Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde nº 68, do IESS, considera os setores público, privado e empregos diretos e indiretos. 
 
Clique aqui para acessar o estudo na íntegra.

Abril 2024
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Recentemente divulgamos o Relatório de Emprego da Cadeia Produtiva da Saúde n° 68 com dados sobre o mercado de trabalho na área considerando os setores público e privado e empregos diretos e indiretos. O estudo revelou que, em dezembro do ano passado, a região Sul do País registrou um total de 716.217 vínculos de empregos e uma alta de 0,3% nas contratações em relação a setembro.
 
Do total de empregos na região, 628.597, pertenciam ao setor privado, que também registrou alta de 0,1% entre setembro e dezembro do ano passado. Já o setor público, encerrou o período com 87.620 e uma alta de 1,9% nos vínculos.
 
O estudo destaca ainda que o Brasil encerrou 2023 com 4,867 milhões de empregos na cadeia produtiva da saúde e com um aumento de 0,3% no trimestre. Esse crescimento no número dos vínculos foi puxado pelo setor privado, que também contratou mais no período. Em dezembro, registrou 3.947 milhões de empregados, 0,8% a mais do que em setembro.  
 
O Relatório do Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde nº 68, do IESS, considera os setores público, privado e empregos diretos e indiretos. 
 
Clique aqui para acessar o estudo na íntegra.