Sorry, you need to enable JavaScript to visit this website.

Abril 2024
Salvar aos favoritos Compartilhar

O recente estudo do IESS “Dados Assistenciais da Saúde Suplementar: Evolução e Perspectivas entre 2019 e 2022” aponta que o número de terapias realizadas na saúde suplementar teve queda de 17,7% em quatro anos. O material traz uma análise do último Mapa Assistencial da Saúde Suplementar, divulgado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em 2023, e apresenta dados do período durante e pós a pandemia de Covid-19.

Ao verificar os números registrados de terapias no setor, o estudo destaca que embora tenha ocorrido aumento progressivo anual após o início da pandemia em 2020, essa categoria ainda não conseguiu restaurar os patamares anteriores à crise sanitária. Em 2019, por exemplo, foram registrados 81,1 milhões desses procedimentos, enquanto em 2022, 66,8 milhões. A queda acentuada ocorreu entre os dois primeiros anos da análise. Foram 32% de terapias a menos entre 2019 e 2020, quando foram contabilizadas 55 milhões. Já em 2021, o registro foi de 62,2 milhões.

Vale ressaltar que, nos quatro anos analisados, a saúde suplementar teve crescimento de 6% no número de beneficiários e que o número total de procedimentos assistências no período cresceu 10,2%: de 1,6 bilhão, em 2019, para 1,6 bilhão, em 2022. 

O estudo do IESS está disponível para consulta e download gratuito aqui

NAB
Abril 2024
Salvar aos favoritos Compartilhar

O estado de Santa Catarina encerrou o mês de janeiro deste ano com 607,1 mil beneficiários em planos de saúde médico-hospitalares. Em 12 meses, houve crescimento de 1,9%, o maior da região Sul, com acréscimo de 31 mil vínculos.

As informações são Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB) N° 91 do IESS. O estudo mostra que no Brasil o número de contratos é de 50,9 milhões, com registro de alta de 1,8% a mais do que o mesmo mês de 2023, quando havia 50 milhões. 

No Sul do País, o número total de beneficiários é de 78,5 mil, sendo 37,5 mil do Rio Grande do Sul, 31 mil de Santa Catarina e 9,9 mil do Paraná. No período de um ano, houve variação positiva de 1,1% - a média nacional foi de 1,8%. 

Para baixar a Nota de Acompanhamento de Beneficiários N° 91 na íntegra clique aqui
 

Abril 2024
Salvar aos favoritos Compartilhar

Os empregos gerados na cadeia produtiva da saúde tiveram alta de 0,3% nos últimos três meses encerrados em dezembro do ano passado e somam total de 4 milhões e 867 mil vínculos no País. A maior parte, 3,9 milhões (81%) são contratações diretas do setor privado, e o restante, 920,6 mil, são do setor público. 

As informações do Relatório do Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde nº 68, do IESS, consideram os setores público, privado e empregos diretos e indiretos sendo que, do total de vínculos na cadeia, praticamente metade (2,4 milhões) pertencem à região Sudeste. Na mesma comparação trimestral, o mercado de trabalho da economia teve leve retração de 0,3%.  

A região que mais cresceu, no entanto, levando-se em conta a variação percentual do trimestre, foi a Centro-Oeste (1%). No Norte, o aumento foi (0,9%), seguido por Sudeste (0,8%), e Sul (0,3%). No Nordeste, houve queda de 1,6% no volume de contratações.   

Já o saldo mensal de oportunidades, registrado em dezembro ficou negativo em 18,5 mil empregos no setor. No acumulado do ano, considerando os subsetores, o que mais gerou empregos formais na cadeia foi o de prestadores (109,2 mil), seguido por fornecedores (44 mil). Já operadoras tiveram saldo de 2,9 mil postos de trabalho. No total, o saldo do setor privado (156,2 mil) representa 11,2% do volume gerado pela economia (1,4 milhão).   

Clique aqui para acessar o estudo na íntegra.

Abril 2024
Salvar aos favoritos Compartilhar

Recentemente, divulgamos o estudo “Dados Assistenciais da Saúde Suplementar: Evolução e Perspectivas entre 2019 e 2022” que traz uma análise do último Mapa Assistencial da Saúde Suplementar, divulgado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em 2023. O material aponta que em 2022 foram registrados 1,6 bilhão de procedimentos médico-hospitalares e que no período analisado esse número teve uma alta de 10,2%.  

O estudo analisa as consultas médicas em prontos-socorros, que somaram 54,7 milhões em 2022 e tiveram um aumento expressivo de 34,7% em relação ao ano anterior, quando foram contabilizados 44,3 milhões desses procedimentos. Ao verificar os números ano a ano, percebe-se que houve uma oscilação negativa entre 2019 e 2020, período que marcou o início da pandemia de Covid-19, de 57,5 milhões para 39,2 milhões, e que a partir de 2021 esses procedimentos voltaram a aumentar. 

Vale ressaltar que, nos quatro anos analisados, a saúde suplementar teve crescimento de 6% no número de beneficiários e que as consultas médicas em prontos-socorros, apesar da oscilação negativa entre 2019 e 2020, aumentaram 3,8%. 

O estudo do IESS está disponível para consulta e download gratuito aqui

Março 2024
Salvar aos favoritos Compartilhar

Temos novo artigo disponível na Revista Brasileira de Saúde Suplementar (RBSS), a primeira publicação científica do setor. O texto intitulado “Modelo assistencial contemporâneo para os idosos: a premência necessária”, é assinado por Renato Veras, diretor da Universidade Aberta da Terceira Idade (UnATI), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

O texto busca fazer uma reflexão aprofundada a partir de uma indagação – É possível envelhecer com saúde e qualidade de vida no Brasil? A partir daí, o artigo defere a resposta por meio de proposição de um modelo assistencial resolutivo e com excelente relação ao custo-benefício em linha com o que há de mais contemporâneo no cuidado integral para o grupo etário dos idosos. 

A RBSS é uma iniciativa do IESS que tem o objetivo de fomentar a produção acadêmica, contribuir e ampliar o conhecimento e desenvolvimento da Saúde Suplementar e áreas relacionadas. A publicação on-line disponibiliza artigos originais e inéditos, incluindo de opinião e revisões críticas sobre temas específicos relacionados ao setor. As áreas exploradas são promoção da saúde, qualidade de vida e gestão da saúde, odontologia, economia e gestão jurídica, sempre com foco no setor.

A revista tem fluxo contínuo e está aberta para receber artigos o ano todo, sem custos aos autores. Para submeter um trabalho, os autores devem cumprir todos os critérios necessários, disponíveis aqui

Confira todos os artigos já publicados aqui.

Março 2024
Salvar aos favoritos Compartilhar

No Brasil, o número de internações em decorrência de doenças raras cresceu 20,4% (de 156.507 para 188.447) entre 2021 e 2022. A informação é do Texto para Discussão 101 “Doenças Raras: Panorama dos gastos com internações nos planos de saúde do Brasil (2021 e 2022)”, lançado pelo IESS no dia 29 de fevereiro, no Dia Mundial das Doenças Raras. 

O material analisa internações de um conjunto de 50 tipos de doenças raras com tratamentos específico e com código CID definido com base em dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e aponta que a região Sul do Brasil seguiu a tendência de alta do País e registrou aumento de 12% nos procedimentos entre um ano e outro. Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná somaram, em 2021, 28.556 casos e, em 2022, 31.996. 

O Sul é a segunda região com o maior número de casos de internações no período analisado. Já o Sudeste lidera a lista de casos com 99.537 (2021) e 122.260 (2022). O grande número desses procedimentos nessas regiões pode ser atribuído à oferta de tratamentos e capacidade de diagnóstico que é maior em comparação com o resto do País. 

Já em relação às despesas das operadoras relacionadas às internações em decorrência de doenças raras no Sul, o levantamento apontou que no período analisado houve um crescimento de 19%. O gasto total em 2021 foi de R$ 45,8 milhões e, em 2022, R$ 54,4 milhões.

É importante destacar que doença rara é aquela que coloca em risco a vida do paciente ou é cronicamente debilitante e tem baixa prevalência (65 pessoas em cada 10 mil habitantes). No Brasil, cerca de 13 milhões de pessoas são afetadas por essas condições. O estudo está disponível na íntegra aqui
 

Março 2024
Salvar aos favoritos Compartilhar

Em quatro anos (2019 a 2022), o número de exames complementares na saúde suplementar aumentou 18,9%, totalizando no ano retrasado 1.097,7 milhão. Em 2019, a quantidade contabilizada deste tipo de procedimento foi de 922,8 mil. As informações são do estudo do IESS “Dados Assistenciais da Saúde Suplementar: Evolução e Perspectivas entre 2019 e 2022”.

O material destaca, ainda, houve uma queda de 15,8% nos exames entre os dois primeiros anos da análise, que coincidem com o início da pandemia de Covid-19. Em 2020, foram contabilizados 777 mil de procedimentos. Já no ano seguinte, o número voltou a crescer, ultrapassando a marca inicial, e foram registrados 995,9 mil exames, 28,2% a mais. A tendência de alta se manteve em 2022, com uma variação positiva de 10,2%. 

O estudo destaca ainda que esse aumento pode indicar uma maior atenção dos beneficiários na prevenção, diagnóstico precoce e monitoramento da saúde, ou uma tendência de aumento de pedidos de exames pelos profissionais da saúde.

O estudo do IESS está disponível para consulta e download gratuito aqui.

NAB
Março 2024
Salvar aos favoritos Compartilhar

O número de beneficiários de planos exclusivamente odontológicos segue em crescimento no País. A modalidade encerrou janeiro deste ano com 32,7 milhões de beneficiários. Em 12 meses houve alta de 8,1% com a inclusão de 2,4 milhões de vínculos. As informações são da Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB) n° 91, do IESS.

Dentre os tipos de planos, os coletivos por adesão tiveram a maior alta percentual (22,9%) e encerraram o primeiro mês no ano com 3,5 milhões de beneficiários. Os coletivos empresariais somaram 23,5 milhões e tiveram um crescimento de 6,9% no período. 

Os planos individuais e familiares também apresentaram alta e totalizam 5,5 milhões de vínculos. Entre janeiro de 2023 e 2024, cresceram 5,3% com inclusão de 282,7 novos beneficiários. 

Confira e baixe gratuitamente a NAB 91 aqui.  

NAB
Março 2024
Salvar aos favoritos Compartilhar

Os planos de saúde médico-hospitalares encerraram janeiro deste ano com 50,9 milhões de beneficiários, 1,8% a mais do que o mesmo mês de 2023. As informações são da Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB) N° 91 do IESS.

O estudo periódico aponta ainda que, durante o período houve acréscimo de 903,3 mil contratos. Também houve aumento de 2,4% nas adesões de planos coletivos, que representam 42 milhões de vínculos. A maior fatia dessa modalidade é dos planos empresariais, que encerraram janeiro com 35,9 milhões de beneficiários, 3% a mais que o mesmo mês de 2022.

Já os planos individuais e familiares apresentaram leve queda nos 12 meses analisados. O tipo de contratação recuou de cerca de 8,9 milhões para 8,8 milhões de vínculos, uma diminuição de 1%.

Para baixar a NAB 91 na íntegra clique aqui

Março 2024
Salvar aos favoritos Compartilhar

Todos sabem do papel fundamental que a saúde bucal desempenha para o bem-estar e qualidade de vida das pessoas. Em São Paulo, um a cada quatro moradores se preocupa com essa questão e possui plano de saúde exclusivamente odontológico, aponta a Análise Especial da Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB) nº 91, desenvolvida pelo IESS. 

O estado possui cerca de 44 milhões de habitantes, de acordo com dados do Censo 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Desses, 11,2 milhões eram beneficiários desse tipo de plano em janeiro de 2024, número recorde desde o início da série histórica da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Assim, a taxa de cobertura estadual é de aproximadamente 25%. No Brasil, já são 32,7 milhões de vínculos odontológicos.
 
Diferentemente dos planos médico-hospitalares, que sofreram oscilações, especialmente entre 2014 e 2020, os odontológicos seguem em franco crescimento no estado. Nem mesmo os efeitos causados pela pandemia da Covid-19 interferiram nesse processo. Para se ter uma ideia, apenas na comparação anual, entre os meses de janeiro de 2023 e 2024, foram acrescidos 518,5 mil novos beneficiários. 

Clique aqui para ver a Análise Especial da NAB 91 na íntegra.