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Setembro 2022
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No decorrer de agosto, o IESS realizou uma série composta por três webinars para tratar de temas relacionados ao Environmental, Social and Governance, o ESG. Muito mais do que uma sigla, o conceito do ESG veio para ficar e representa a nova concepção global para adoção de uma agenda de sustentabilidade. E na saúde não é diferente.

Desta forma, pensando em aprofundar o assunto e explorar os três pilares do ESG, o IESS reuniu especialistas de peso para debater sobre como o conceito se aplica ao setor e, ao mesmo tempo, conhecer práticas e ações em curso hoje em dia.

Com apresentação do superintendente executivo do IESS, José Cechin, o webinar ESG na Saúde| Responsabilidade Social, o segundo da série, contou com a mediação de Paulo Durval Branco, diretor do Instituto Internacional para Sustentabilidade, e teve como convidados Andrea Giorgi Rollin Pinheiro, gerente de Responsabilidade Social na UHG, e Renato Costa, CIO e CMO da Odontoprev.

Clique aqui para conferir, na íntegra, o webinar IESS – ESG na Saúde | Responsabilidade Social. 

 

Setembro 2022
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Em 2021, comparativamente a 2016, foi registrada uma queda de 14% no volume de consultas médicas ambulatoriais e em prontos-socorros no sistema de saúde suplementar do País. O dado extraído da Análise Especial do Mapa Assistencial da Saúde Suplementar no Brasil, que acabamos de produzir, indica uma queda de 272,9 milhões de consultas, em 2016, para 234,6 milhões, em 2021. O resultado está diretamente ligado aos efeitos da pandemia mundial de Covid-19 e representou uma espécie de “represamento” de consultas no período pandêmico. Agora – ainda que a pandemia do Coronavírus não tenha sido definitivamente debelada –, os sinais são de que todo esse represamento passado repercute no aumento de demanda, especialmente por conta do elevado índice de vacinação da população brasileira.

O levantamento aponta que as consultas ambulatoriais estão divididas em 25 especialidades. Dessas, a maior parte (17), entre elas pediatria, dermatologia, neurologia e nefrologia, apresentaram variações negativas no período de cinco anos analisados. Apenas oito especialidades tiveram registros positivos, como por exemplo, geriatria (32,9%), hematologia (31,5%) psiquiatria (29,6%), oncologia (13,5%) e mastologia (4,9%).   

No período entre 2020 e 2021, referente à pandemia da Covid-19, houve queda nas médias de consultas por beneficiário. Em 2016 e 2017 o registro foi de 5,7, e em 2019 atingiu um pico de 5,9. No ano seguinte as taxas sofreram uma redução e ficaram em 4,4, para apresentar um novo crescimento até 4,8 em 2021, representando um crescimento de 12,8%.
            
Vale ressaltar que o número médio de consultas ambulatoriais por beneficiário da saúde suplementar brasileira (3,9) é superior ao de países como Grécia (2,7), e Áustria (3,8) de acordo com dados de 2021. No Sistema Único de Saúde (SUS), essa média foi de 1,6 consultas/habitante. No Brasil, a média de consultas médicas por habitante por ano, sugerida nos parâmetros assistenciais do SUS, é de 2 a 3 consultas por habitante/ano.   

Clique aqui para conferir, na íntegra, a Análise Especial do Mapa Assistencial da Saúde Suplementar no Brasil – Entre 2016 e 2021. 
 

Setembro 2022
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Nesta sexta-feira (16), a partir das 16h, o IESS realiza o Webinar Economia na Saúde Suplementar. Será o primeiro de uma série de webinars que abordarão as três categorias   da mais importante premiação de trabalhos acadêmicos da saúde suplementar do País. O evento contará com participação especial de Antônio Campino, professor titular da FEA-USP e avaliador da categoria

Será uma ótima oportunidade para entender a dinâmica do 12º Prêmio IESS, já que haverá a participação de vencedores das edições anteriores. Na oportunidade eles vão falar sobre os seus trabalhos e o cenário da saúde suplementar, além de explicarem os desafios da produção e darem dicas para aqueles que querem produzir um trabalho vencedor. 

Com moderação do superintendente executivo do IESS, José Cechin, o webinar Prêmio IESS | Economia na saúde suplementar, o primeiro da série, terá como debatedores, Júlia Sbroglio, estudante de doutorado pela PUCRS e vencedora do XI Prêmio IESS, e Luís Carlos Moriconi, Gerente de Gestão Organizacional na Unimed Federação/RS e vencedor do VII Prêmio IESS.

Fique atento que no decorrer deste mês ocorrerão outros dois webinars sobre as categorias de Direito e também Promoção de Saúde, Qualidade de Vida e Gestão em Saúde.

Clique aqui para assistir, na íntegra, o webinar Prêmio IESS | Economia na Saúde Suplementar. 

Setembro 2022
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No decorrer de agosto, o IESS realizou uma série composta por três webinars para tratar de temas relacionados ao Environmental, Social and Governance, o ESG. Muito mais do que uma sigla, o conceito do ESG veio para ficar e representa a nova concepção global para adoção de uma agenda de sustentabilidade. E na saúde não é diferente.

Desta forma, pensando em aprofundar o assunto e explorar os três pilares do ESG, o IESS reuniu especialistas de peso para debater sobre como o conceito se aplica ao setor e, ao mesmo tempo, conhecer práticas e ações em curso hoje em dia.

Com apresentação do superintendente executivo do IESS, José Cechin, o webinar ESG na Saúde| Responsabilidade Ambiental, o primeiro da série, contou com a mediação de Maria Sosa Taborda, coordenadora da UNEP-FI, e teve como convidados Ivani B. de Andrade, superintendente de Sustentabilidade na Bradesco Seguros, e Renato Costa, CIO e CMO da Odontoprev.

Clique aqui para conferir, na íntegra, o webinar IESS – ESG na Saúde | Responsabilidade Ambiental 
 

Setembro 2022
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Realizamos hoje (14/11), em parceria com o Colégio Permanente de Diretores de Escolas Estaduais da Magistratura (Copedem) e a plataforma de conteúdos jurídicos Consultor Jurídico (Conjur), mais uma Jornada Jurídica da Saúde Suplementar. O tema “Solução de conflitos para reduzir a judicialização na saúde” é praticamente “autoexplicativo”: como buscar a via da conciliação para conter as demandas judiciais?

A Resolução 125 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), de 2010, estabelece a “Política Judiciária Nacional de tratamento adequado dos conflitos de interesses”, com foco em “uniformizar os serviços de conciliação, mediação e outros métodos consensuais de solução de conflitos”.

Nesses mais de 20 anos em vigor, a prática da conciliação ganha força no ambiente jurídico. Por diversas razões: celeridade, redução de custos, equilíbrio e isonomia decisória entre as partes envolvidas. Como a saúde suplementar é um “campo farto” para divergências jurídicas, apesar de existir um extenso arcabouço regulatório de leis, normas e jurisprudência judicial, há uma grande incidência de judicialização.

“Sabemos que há muitas controvérsias envolvendo a saúde suplementar e que são levadas aos tribunais. Além de sobrecarregar o Judiciário, os custos oneram os orçamentos do setor público e eventuais decisões diferentes sobre temas similares são fator de insegurança jurídica na saúde”, afirma José Cechin, superintendente executivo do IESS. “Nossa intenção é de promover uma divulgação maior da prática de conciliação, estimular o diálogo entre as partes, esclarecer sobre os fundamentos básicos da saúde suplementar se baseia e mostrar que boas práticas adotadas pelo Poder Judiciário, especialmente preconizadas pelo CNJ, podem servir de inspiração à saúde suplementar”, complementa.

Por essa razão, é importante debater a conciliação no sistema de saúde suplementar. Participam do encontro, além de Cechin, o ministro Dias Toffoli, do STF, a juíza Candice Jobim, ex-integrante do CNJ, e o presidente do Copedem, desembargador Marco Vilas Boas.

A íntegra do encontro está disponível aqui:


Setembro 2022
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Os procedimentos assistenciais médico-hospitalares na saúde suplementar cresceram 14,8% no Brasil, entre 2016 e 2021, considerando os grandes grupos de assistência, revela a Análise Especial do Mapa Assistencial da Saúde Suplementar no Brasil, desenvolvida pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS).

A apuração mostra que, durante o período, houve aumento dos serviços nos grupos relacionados a exames complementares (24,9%) e outros atendimentos ambulatoriais (21,7%), que incluem, por exemplo, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nu­tricionistas e terapeutas ocupacionais. Nos demais grupos, as variações foram negativas em consultas médicas (-14%), internações (-1,5%) e terapias (-0,3%).

Por consequência, também foi registrada grande alta (51,4%) nas despesas dos serviços assistenciais, que entre 2016 e 2021, saltaram de R$ 131,9 bilhões para R$ 199,9 bilhões, em valores nominais. Os gastos foram puxados, principalmente, pelo crescimento no volume de terapias (75,9%), e outros atendimentos ambulatoriais (95%).

Período da pandemia (2020/2021)

Além de traçar um panorama da saúde suplementar entre 2016 e 2021, o estudo também apresenta um recorte com dados e informações do período mais crítico da pandemia da Covid-19 (2020/2021). Observa-se que, dentro deste cenário, houve descontinuidade nos indicadores. 

Os procedimentos de assistência médico-hospitalares, por exemplo, tiveram registro de alta (11,2%) entre 2016 e 2019. No entanto, na comparação entre 2019 e 2020 – com cenário de pandemia – houve registro de queda (-17,4%). Já de 2020 para 2021, as intervenções voltaram a crescer (24,8%), com volume levemente superior ao registrado em 2019. 

Para acessar o estudo, na integra, clique aqui.

Setembro 2022
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“Mães em foco: Boas práticas do pré-natal ao parto” foi tema do webinar IESS realizado de forma gratuita e on-line, em maio, no mês das mães. Para assistir, clique aqui.

O webinar reuniu especialistas que debateram sobre a importância do acompanhamento médico durante a jornada da gestante. Participaram da discussão Ana Paula Cavalcante, gerente de Estímulo à Inovação e Avaliação da Qualidade Setorial da ANS, dra. Teresa Uras, coordenadora da UTI Neonatal Hospital Samaritano Higienópolis, e dra. Lenira Gaede Senesi, professora de Medicina da Tocoginecologia da UFPR.

Além disso, durante o evento, o IESS apresentou dados relevantes sobre o tema, apurados e disponibilizados na Cartilha de Boas Práticas do Pré-Natal ao Parto, disponível para download aqui.

A publicação foi lançada pelo instituto na ocasião, com o objetivo de apontar os cuidados adequados durante a gestação e o pós-parto. A gestação é um momento especial para a mulher, mas que inspira atenção e cuidado adequado para cuidar da saúde do bebê e da mãe.

Setembro 2022
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O Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar sempre buscou promover a pesquisa e valorizar estudos com qualidade técnica, visando contribuir para a evolução do setor. Durante mais de uma década, dezenas de trabalhos foram reconhecidos e centenas passaram por avaliação de corpo técnico formado por profissionais que são referência na saúde suplementar. A iniciativa também se consolidou como a mais importante premiação de trabalhos acadêmicos da categoria no País.

Ao longo das últimas 11 edições, o IESS já premiou em mais 60 trabalhos em suas três categorias: Economia, Direito e Promoção de Saúde, Qualidade de Vida e Gestão em Saúde. Além disso, a partir da décima edição, os orientadores dos trabalhos vencedores passaram a ser recompensados financeiramente com R$ 3 mil. Para conhecer os trabalhos vencedores de cada categoria em todas as edições do Prêmio IESS, clique aqui

No 12º Prêmio IESS, os vencedores de cada categoria vão receber R$ 15 mil e os segundos colocados ficam com a quantia de R$ 10 mil. Podem participar candidatos de qualquer nacionalidade, idade e formação acadêmica com trabalhos de conclusão de curso de pós-graduação (especialização, MBA, mestrado ou doutorado) relacionados à saúde suplementar. 

Para pôster, também podem ser inscritos trabalhos de nível universitário (graduação). Os pôsteres exibidos nas premiações também estão disponíveis na seção de anais da premiação – saiba mais.

As inscrições para o 12º Prêmio IESS e para exibição de pôster são gratuitas e vão até 16 de outubro. Cada candidato pode inscrever apenas um trabalho na premiação. O espaço para pôsteres não possui limite para inscrição – veja o regulamento.
 

Setembro 2022
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O Congresso Jurídico de Saúde Suplementar está de volta após dois anos de pausa provocado pela pandemia mundial da Covid-19. Em sua décima edição, o encontro, organizado pelo Colégio Permanente de Diretores de Escolas Estaduais da Magistratura (COPEDEM), será realizado na sexta-feira (09), das 9h às 17h, na capital federal. O evento será híbrido, presencial para convidados, porém, pela primeira vez haverá transmissão ao vivo e online pelos canais do Youtube do COPEDEM, IESS e Conjur.

Com nomes importantes do judiciário brasileiro e a participação de instituições da saúde suplementar, o congresso busca expandir e fomentar o diálogo sobre a judicialização do setor. A programação está dividida em dois blocos (manhã e tarde) com palestras e debates sobre temas como reajuste, rol de procedimentos da ANS e Health Techs.

O presidente do Conselho Diretor do IESS, Luiz Celso Dias Lopes, e o superintendente executivo, José Cechin, participarão da primeira palestra, com o tema “O Reajuste por Faixa Etária e o Reajuste Anual dos Planos de Saúde”, com participação do Ministro Ricardo Villas Boas Cueva. A palestra terá início às 9h30.
O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) é apoiador do evento, em parceria com Consultor Jurídico (ConJur), Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Escola Nacional da Magistratura (ENM), Escola de Formação Judiciária (TJDFT), Ordem dos Advogados do Brasil – Distrito Federal (OAB/DF) e Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde).

Clique aqui para conferir a programação completa e acompanhar a transmissão ao vivo.
 

Setembro 2022
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Principal referência utilizada pelo setor de saúde suplementar para apuração de custos de planos de saúde individuais, a Variação de Custos Médico-Hospitalares (VCMH) apurada pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) foi de 25% nos 12 meses encerrados em dezembro de 2021, comparado com os 12 meses anteriores. O tema foi explorado por importantes veículos de comunicação do País.

O jornal O Globo deu grande destaque ao assunto e repercutiu os indicadores do estudo com o superintendente executivo do IESS, José Cechin. A reportagem explica que o índice reflete o aumento dos custos, por um lado, de preços de insumos que registraram altas significativas, e também elevação da frequência de uso dos planos de saúde, em procedimentos que vão de consultas a exames, passando por terapias e internações represados no auge da Covid-19.

As informações também tiveram espaço no jornal Extra, do Rio de Janeiro. “O custo, no entanto, por procedimento não caiu. Ou seja, os preços de produtos e serviços continuaram subindo, o que pesou em 2020 para o VCMH ser menor foi de fato a redução de uso. As pessoas foram menos a consultas, com isso os médicos passaram menos exames. Por outro lado, as pessoas não deixaram de ficar doentes e muitas agora voltam ao sistema com a situação agravada e precisando de cuidados que são mais caros”, analisa Cechin na reportagem.   

Além disso, a VCMH/IESS foi destaque em portais importantes, entre eles o Poder360, Yahoo Notícias e  também em veículos do segmento da saúde, entre eles o portal Medicina S/A.     

O estudo leva em conta o comportamento de uma carteira de 672,6 mil beneficiários de planos individuais e se revelou superior à inflação de preços medida pelo IPCA/IBGE, que foi de 10,1% no mesmo período. 

Para acessar o relatório da VCMH/IESS, na integra, clique aqui.