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É hoje, 16/09, às 16h: Webinar debate saúde mental nas empresas

Setembro 2021
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A saúde mental dentro das organizações é um grande desafio para as empresas, independentemente do ramo de atuação ou do número de colaboradores. A importância do tema, contudo, foi impulsionado pelas medidas de isolamento social e pelo trabalho remoto, adotado por muitas corporações para reduzir os riscos causados pela pandemia. Atento a essa demanda, o IESS realiza hoje, às 16h, o webinar “Setembro Amarelo: Por que é fundamental falar de saúde mental nas empresas?”.

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil tem figurado entre os países com o maior índice de depressão. Entre os beneficiários de planos de saúde, o diagnóstico da doença cresceu de 8,6% para 12,7% entre 2013 e 2019, valor que representa mais de 5,5 milhões de pessoas – conforme o IESS mostrou no Texto para Discussão n° 84 . Dessa forma, debater esse tópico é fundamental, sobretudo durante o Setembro Amarelo – mês da campanha de prevenção ao suicídio.

Em meio a um cenário de inseguranças, o encontro é uma oportunidade para abordarmos a promoção de uma cultura de bem-estar no trabalho. O webinar pode ser acompanhado pelo site do IESS.

Mediador

José Cechin, superintendente executivo do IESS

Convidados

Dr. Geilson Santana, médico psiquiatra e psicoterapeuta, especialista em saúde mental

Viviane Sarto, líder em saúde corporativa na Honda South America

Dr. Glauco Callia, médico especialista em medicina do trabalho e diretor global de estratégia em saúde na GSK

Setembro Amarelo: Por que é fundamental falar de saúde mental nas empresas?

16/9, das 16h às 17h30

Setembro Amarelo: cresce o número de quadros depressivos entre beneficiários de planos de saúde

Setembro 2021
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Diagnóstico da doença aumentou quatro pontos percentuais entre 2013 e 2019, valor que representa mais de 5,5 milhões de pessoas

 

A saúde mental dos brasileiros tem exigido uma observação mais cautelosa por parte dos profissionais de saúde. O número de diagnósticos depressivos cresceu quatro pontos percentuais entre os beneficiários de planos de saúde entre 2013 e 2019, saltando de 8,6 para 12,7%, valor que representa mais de 5,5 milhões de pessoas. A prevalência na população não beneficiária foi de 9,9% em 2019. Os dados são do “Texto para Discussão 84 – Depressão em beneficiários de planos de saúde e fatores de risco associados”, documento do IESS produzido com dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) realizada em 2019 e divulgada em 2020.

O superintendente executivo do IESS, José Cechin, vê de forma preocupante o aumento percentual de quatro pontos em seis anos. “Essa evolução impõe em todo setor a necessidade de avaliar os fatores que levam a quadros depressivos e, com isso, planejar estratégias para prevenção. É preciso individualizar o tratamento para buscar soluções mais personalizadas, uma vez que são quadros em que diversos fatores podem influenciar. Campanhas como o Setembro Amarelo, que chama a atenção para a importância da saúde mental, nos ajuda a reforçar esses cuidados”.

É possível observar algumas particularidades no perfil desses pacientes. Os maiores percentuais foram observados em mulheres (17,2%); os homens tiveram índice menor: 6,6%. A faixa etária com maior taxa foi a compreendida entre 60 e 69 anos (15,9%), a região com maior índice foi a Sul (15,6%) e, dentre as escolaridades, percentual mais elevado para aqueles com o ensino fundamental incompleto (16,2%).

Determinadas características ligadas ao mercado de trabalho mostram maior prevalência de depressão entre os beneficiários: estar fora do mercado de trabalho (15,8%), estar empregado no setor público (15,4%) e não ter carteira assinada (12,5%).

O estilo de vida também teve importância para a os dados da pesquisa. Foram observadas maiores incidências da doença entre pessoas que assistem seis ou mais horas de TV por dia (19%), fumam regularmente (16,9%), consomem com frequência doces (14,3%) e refrigerantes (13,1%).

O histórico de saúde também foi um dado que chamou a atenção dos pesquisadores do IESS. A presença de duas ou mais doenças crônicas foi associada a uma prevalência de depressão de 24,1%. Entre os obesos, a prevalência de depressão foi de 16,1%.

Tantos diagnósticos também impactaram nos números de procedimentos realizados no período. De acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em 2019, foram aproximadamente 29 milhões intervenções relacionadas ao cuidado em saúde mental – um crescimento de aproximadamente 167% em relação ao número realizado em 2011.

 

Sobre o IESS

O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) é uma entidade sem fins lucrativos com o objetivo de promover e realizar estudos sobre saúde suplementar baseados em aspectos conceituais e técnicos que colaboram para a implementação de políticas e para a introdução de melhores práticas. O Instituto busca preparar o Brasil para enfrentar os desafios do financiamento à saúde, como também para aproveitar as imensas oportunidades e avanços no setor em benefício de todos que colaboram com a promoção da saúde e de todos os cidadãos. O IESS é uma referência nacional em estudos de saúde suplementar pela excelência técnica e independência, pela produção de estatísticas, propostas de políticas e a promoção de debates que levem à sustentabilidade da saúde suplementar.

 

Mais informações

LetraCerta Inteligência em Comunicação

Vinícius Silva – [email protected]

(11) 94753-8787

Thiago Rufino – [email protected]

(11) 98770-0893

Jander Ramon – [email protected]

(11) 3812-6956

 

Novas tendências em Atenção Primária à Saúde (APS) foi tema de webinar do IESS. Assista!

Julho 2021
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Sempre atento em trazer novas discussões sobre Saúde Suplementar no país, o IESS promoveu webinar para falar sobre Atenção Primária à Saúde (APS) especialmente em um cenário em que a pandemia de Covid-19 alterou a rotina de muitas operadoras. O objetivo da transmissão foi trazer tendências observadas em APS dentro desse contexto e qual o papel que ela terá nos pacientes que se recuperaram da doença.

A APS reassumiu um papel importante na coordenação de cuidados, propondo uma atenção personalizada de atendimento. Uma equipe multidisciplinar é responsável por orientar e avaliar o paciente, evitando consultas, exames e a presença desnecessária em Pronto Socorro. O objetivo é focar na prevenção e, com isso, aumentar a qualidade de vida.

Participaram do encontro Renata Maria de Oliveira Costa, diretora do departamento de Saúde da Família da Secretaria de Atenção Primária em Saúde do Ministério da Saúde, Patrícia Pena, Diretora Técnica de Saúde do PASA (Vale) e Alberto Ogata, Pesquisador do Centro de Pesquisa em Administração em Saúde da FGV EAESP e Doutor em Saúde Coletiva. A mediação foi de José Cechin, superintendente executivo do IESS.

Ogata destacou que, nos Estados Unidos, 35% das consultas ambulatoriais são feitas na atenção primária, o que mostra que existe um grande espaço para avançar com esse modelo de atendimento. Para Renata, a pandemia revelou fragilidades nos sistemas de saúde em todo o mundo e os países que tradicionalmente trabalhavam com atenção primária conseguiram superar melhor esse momento. Ela acredita que, entretanto, os resultados são percebidos a longo prazo.

Já para Patrícia, a atenção primária é tudo de melhor que pode acontecer para o paciente. “O desafio é fazer essa mudança cultural em que os trabalhadores ou pacientes deixem de ser apenas empregados expostos a riscos e passem a ser vistos como alguém com melhor capacidade de produção quando se está bem assistido”. Ela pontua que a Covid fez com que as empresas olhassem para os funcionários com mais atenção, principalmente por conta dos grupos de risco, um cuidado individualizado que é parte da APS.

Assista na íntegra abaixo:

 

Hoje tem webinar IESS - Novas tendências em Atenção Primária à Saúde

Julho 2021
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De grande importância para todo o setor de saúde nacional, a Atenção Primária à Saúde (APS) não é algo novo, mas ganha um papel fundamental na gestão de saúde e na coordenação de cuidados em função da pandemia de Covid-19. Mais do que nunca o sistema de saúde precisa que a assistência seja coordenada e integral para que a importante e necessária resposta ao novo vírus não deixe áreas fundamentais sem atenção.

Mas afinal, quais as novas tendências em APS a partir da pandemia? Como integrar esse cuidado dentro do sistema de saúde como um todo (público e privado)? Que papel a APS terá na vida das pessoas que se recuperaram da Covid-19?

São várias as perguntas sobre esse vasto tema que iremos abordar hoje em nosso webinar “Novas tendências em Atenção Primária à Saúde” a partir das 16h. Para esse importante debate, reunimos 3 dos principais especialistas em gestão de saúde com mediação de José Cechin, superintendente executivo do IESS.

·Renata Maria de Oliveira CostaDiretora do Departamento de Saúde da Família da Secretaria de Atenção Primária em Saúde o Ministério da Saúde

·Patrícia PenaDiretora Técnica de Saúde do PASA (Vale)

·Alberto OgataPesquisador do Centro de Pesquisa em Administração em Saúde da FGV EAESP e Doutor em Saúde Coletiva

Recentemente, o Centro de Estudos e Planejamento em Gestão de Saúde da Fundação Getulio Vargas (FGVsaúde) realizou, a nosso pedido, um relatório exclusivo sobre o tema. Os pesquisadores descrevem os desafios e oportunidades para que a atenção primária à saúde possa ganhar escala também no sistema privado. Acesse aqui.

Inscreva-se já aqui ou acesse a transmissão do YouTube e adicione o lembrete (abaixo). É daqui a pouco, ao vivo a partir das 16h.