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Plano de saúde está entre as três maiores necessidades do brasileiro

Março 2022
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http://plurall.com.br/plurall/plano-de-saude-esta-entre-as-tres-maiores-necessidades-do-brasileiro/

Plano de saúde está entre as três maiores necessidades do brasileiro

Março 2022
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Plano de saúde está entre as três maiores necessidades do brasileiro

Março 2022
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Mais de 15,3 milhões de brasileiros sem plano odontológico nunca foram ao dentista

Fevereiro 2022
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https://www.youtube.com/watch?v=V4COUNv71a8&t=944s

15 milhões de brasileiros sem plano de saúde nunca foram ao dentista, diz estudo

Fevereiro 2022
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https://www.youtube.com/watch?v=X2SGTXAwWwg

Empregos na saúde seguem em alta no país e ultrapassa 4,6 milhões

Janeiro 2022
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https://www.fbh.com.br/empregos-na-saude-seguem-em-alta-no-pais-e-ultrapassa-46-milhoes/

Empregos na saúde seguem em alta no Brasil e ultrapassam 4,6 milhões

Janeiro 2022
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https://jrs.digital/2022/01/17/empregos-na-saude-seguem-em-alta-no-brasil-e-ultrapassam-46-milhoes/

Plano de saúde passa a ser o terceiro bem mais importante para o brasileiro

Outubro 2021
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https://amazonasatual.com.br/plano-de-saude-passa-a-ser-o-terceiro-bem-mais-importante-para-o-brasileiro/

Empregos na área da saúde crescem acima da média nacional

Agosto 2021
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Os empregos na área da saúde mantiveram tendência de alta no Brasil entre os meses de fevereiro e maio deste ano. De acordo com o “Relatório de Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde”, produzido pelo IESS, o setor teve aumento de 2,5% no número de contratações, totalizando 4.558.895 profissionais empregados somando os setores público e privado. 

Esse número se mostra bastante expressivo quando comparado à geração de empregos na soma de todos os setores da economia. O Brasil registrou, neste mesmo intervalo, crescimento de 1,5% no número de admissões de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Os valores ganham ainda mais relevância quando o percentual de crescimento no país é analisado excluindo a cadeia da saúde. Sem ela, o crescimento percentual total de empregados no Brasil fica em 1,3%. 

Do total de 4,5 milhões de empregados na cadeia da saúde até maio desse ano, 3,6 milhões estavam no setor privado com carteira assinada, o que representa 79% do total, um ponto percentual acima dos dados de fevereiro. No setor público, são e 979 mil (21%) considerando todas suas modalidades (estatutários, CLT, cargos comissionados, entre outros). 

Sudeste e Centro Oeste foram as regiões onde os empregos na cadeia da saúde mais cresceram: 2,8% nos últimos três meses. Esta última reflete em uma elevação tão expressiva que, excluindo o setor da soma de todas as esferas da economia, a variação fica negativa, com decréscimo de 1,8%. Essas mesmas regiões foram as duas únicas, inclusive, que o setor público empregou mais que demitiu. Na soma das esferas público e privada, somente o Norte apresentou variação negativa (-2,1%), número puxado pelos contratos públicos, uma vez que a rede privada se manteve em alta (2,8). 

Foi o setor privado, inclusive, responsável pelo resultado positivo total. Dentro dessa divisão, o que mais gerou empregos na cadeia de saúde foi o de Prestadores, com 128.617 novos postos. O subsetor de Fornecedores gerou novos 37.912 contratações. Neste mesmo período, as operadoras registraram 5.072. No total, o saldo do setor privado foi de 171.601 novas vagas, ou 13,8% do total acumulado pela economia brasileira. 

O relatório pode ser acessado na íntegra em LINK 

Como estão os hábitos de vida dos beneficiários de planos de saúde?

Julho 2021
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A produção de dados e monitoramento dos hábitos e estilos de vida da população é fundamental para o entendimento das necessidades e orientação da criação de programas, ações e políticas voltadas para a promoção da saúde e prevenção de doenças. E é exatamente esse o objetivo do nosso Texto para Discussão n° 82 “Hábitos alimentares e estilo de vida em beneficiários de planos de saúde médico-hospitalares – principais mudanças entre 2013 e 2019”.

A publicação analisou os dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) e comparou informações das edições 2019 e 2013, notando-se que a publicação da pesquisa é bem recente. Com isso, busca descrever a prevalência de hábitos alimentares e estilo de vida de beneficiários de planos de saúde médico-hospitalares no Brasil de acordo com características sociodemográficas das duas edições da pesquisa.

O estudo apresenta detalhes relacionados aos hábitos alimentares, atividade física e sedentarismo, consumo de álcool e tabagismo, entre outros, e ressalta que muitas doenças podem ser evitadas com prevenção primária de riscos como excesso de peso ou obesidade, sedentarismo, hábitos alimentares ruins e alcoolismo, por exemplo.

Os resultados mostram dados positivos e negativos sobre os hábitos dos beneficiários planos de saúde. Vale destacar, por exemplo, o aumento do percentual de pessoas com consumo regular de frutas, que foi de 55% em 2013 para 60% em 2019. Além disso, caiu o percentual daqueles que consomem alimentos doces, 25,5% contra 16,8%, e de carne vermelha, 35,2% para 28,8%.

Por outro lado, aumentou a prevalência do consumo de bebidas alcóolicas entre os beneficiários residentes nas capitais, indo de 46,3% para 53,3%. Já nas faixas etárias, houve avanço de 48,8% para 55% entre 19 e 59 anos, e de 32% para 38% para aqueles acima de 60 anos.

Ações voltadas para a promoção e prevenção à saúde buscam reduzir a ocorrência de doenças, a mortalidade e combater o aumento da frequência de fatores de risco envolvendo a saúde dos brasileiros. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), oito fatores de risco representam 61% das mortes cardiovasculares (consumo de álcool, uso de tabaco, pressão alta, alto índice de massa corporal, níveis elevados de colesterol, altos níveis de glicemia, baixa ingestão de frutas e vegetais e inatividade física).

A pesquisa utiliza os dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019, pesquisa mais recente disponível. A PNS é um inquérito domiciliar realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em convênio com o Ministério da Saúde (Fiocruz).

Acesse aqui a íntegra da publicação. Continuaremos repercutindo os dados nos próximos dias.