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Empregos na cadeia produtiva da saúde ultrapassam 4,7 milhões de vínculos

Agosto 2022
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https://medicinasa.com.br/empregos-cadeia-produtiva/

Empregos na cadeia produtiva da saúde ultrapassam 4,7 milhões de vínculos no País

Agosto 2022
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http://blogjornaldamulher.blogspot.com/2022/07/empregos-na-cadeia-produtiva-da-saude.html

Emprego público em saúde

Novembro 2020
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Recentemente falamos aqui sobre o desempenho do emprego em saúde no Brasil. Em três meses, o total de pessoas empregadas na saúde brasileira cresceu 2,2%. Mostramos que no mesmo intervalo de tempo, entre maio e agosto, o emprego total no país aumentou 1,0%. Excluindo os postos gerados na cadeia de saúde, esse crescimento foi de 0,8%. Se na primeira publicação falamos um pouco mais sobre o setor privado, importante, agora, apontar os dados do setor público.

Nos entes da Federação, o maior crescimento do número de vagas na saúde pública entre maio e agosto foi registrado nos estados, com avanço de 3,4%. Nos municípios contidos do levantamento do IESS, o crescimento foi de 2,1%. Na esfera federal, o emprego público em saúde teve queda de 1,3% no período.

O emprego público na saúde aqui contabilizado diz respeito a funcionários ativos nas três esferas da administração pública (estatutários, CLT, comissionados, temporários). Embora a região mais populosa seja a região Sudeste, a Nordeste se destaca por possuir o maior número de funcionários estaduais com um total de 130,1 mil.

Mesmo com a lenta e gradual retomada do mercado de trabalho formal brasileiro, o avanço da cadeia de saúde repercute na economia como um todo. A criação de novas vagas influencia a renda das famílias, sua capacidade de consumo, de acessar crédito e mesmo a confiança da população.

Em agosto, o saldo de emprego da cadeia de saúde foi de aproximadamente 29 mil novos postos públicos e privados, ou seja, 12% das 249,4 mil vagas criadas na economia como um todo no mesmo mês. O setor público registrou saldo positivo de 10,4 mil empregos e o privado, de 19,0 mil.

Não existe no Brasil uma base de dados que disponibiliza o total de pessoas empregadas no serviço público municipal na área de saúde. Por isso, o IESS está levantando informações do emprego na saúde nos sites de cada prefeitura. Até o momento o Instituto conseguiu dados de 292 municípios, cuja população representa 55,8% da população nacional.

Acesse a íntegra do “Relatório de Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde”

Emprego no setor de saúde cresce mais que o dobro do total da economia

Novembro 2020
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O total de pessoas empregadas na saúde brasileira cresceu 2,2% em três meses. É o que aponta o “Relatório de Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde”, que acabamos de publicar. Com isso, o segmento atinge a marca de 4,3 milhões de pessoas empregadas, considerando setor público e privado com empregos diretos e indiretos.

Os números ressaltam o impacto positivo que a cadeia da saúde tem sobre o mercado de trabalho brasileiro. No mesmo intervalo de tempo, entre maio e agosto, o emprego total no país aumentou 1,0%. Excluindo os postos gerados na cadeia de saúde, esse crescimento foi de 0,8%.

O setor responde por cerca de 9% do Produto Interno Bruto (PIB) e representa 8,7% da força de trabalho no Brasil. Ou seja, uma participação intensa no mercado nacional. A pandemia do novo Coronavírus reforçou essa importância e a tendência deve se manter nos próximos anos, até mesmo pela demanda crescente que será gerada com o envelhecimento da população.

Do total de 4,3 milhões de empregados na cadeia da saúde em agosto desse ano, 3,3 milhões estavam no setor privado com carteira assinada, o que representa 76,5%, e 1,0 milhão, ou 23,5%, eram empregos do setor público, considerando todas suas modalidades (estatutários, CLT, cargos comissionados, entre outros).

No acumulado do ano, a saúde privada teve saldo positivo de 75,6 mil, o que demonstra o bom dinamismo mesmo com a crise econômica e sanitária desse período de pandemia, já que a economia como um todo registrou saldo negativo em aproximadamente 850 mil vagas formais entre janeiro e agosto. O resultado do setor privado foi puxado pelo bom desempenho do subsetor de Fornecedores, com saldo de 75,7 mil vagas, enquanto os Prestadores avançaram em 2 mil e as Operadoras registraram queda 2 mil vagas.

Traremos mais dados do setor nos próximos dias. Você pode acessar aqui a íntegra do “Relatório de Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde”. 

Como se comportou o emprego na saúde em cada região do País?

Janeiro 2020
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Recentemente, aqui no Blog, comentamos os números do Relatório de Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde que indicam que o setor responde por mais de 1/5 do saldo de postos de trabalho formal gerados no País entre outubro de 2019 e o mesmo mês do ano anterior. Hoje, vamos explorar os dados separando os resultados por região.

 

Saldo de empregos por região na cadeia produtiva da saúde (out/18 a out/19)

IESS

 

Como o gráfico indica, a região Centro-Oeste merece destaque por ser a única em que houve aumento dos postos de trabalho tanto no setor público (estatutários, CLT e comissionados) quanto no privado. No primeiro, foram criadas 7,5 mil novas vagas no período analisado. O número é ainda mais expressivo se considerarmos que, no País como um todo, o setor público fechou 3 mil postos. Já o setor privado contabilizou mais 19,4 mil novos empregos na região.

Olhando os números absolutos, o Sudeste aparece, ao mesmo tempo, como a região com o maior saldo de contratações no setor privado e maior total de demitidos na esfera pública. Nos 12 meses encerrados em outubro deste ano, a região criou 52,8 mil novos empregos no setor privado e fechou 5,5 mil no público. Saldo de 47,3 mil.

Já a região Norte foi a que teve o menor saldo no setor privado: 3,9 mil novos empregos. Enquanto isso, no setor público, 2,2 mil postos foram fechados. No Sul e no Nordeste, respectivamente, o levantamento registrou a criação de 15,9 mil e 18,5 mil ocupações formais. No setor público, 795 postos foram fechados no Nordeste e 2,1 mil no Sul.