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Jornada Jurídica debate o processo decisório da Medicina e do Judiciário na sustentabilidade do setor

Novembro 2021
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https://revistavisaohospitalar.com.br/jornada-juridica-debate-o-processo-decisorio-da-medicina-e-do-judiciario-na-sustentabilidade-do-setor/

“O lado oculto da medicina” é o tema do episódio 6 do IESSCast

Agosto 2021
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O novo episódio do IESSCast trata de uma questão sensível para os profissionais de saúde: esquemas de irregularidades e de corrupção que atingem o setor no país. Para entender as consequências de atos ilícitos e as formas de combatê-los, o superintendente executivo do IESS, José Cechin, conversou com Edmond Barras, cirurgião de coluna vertebral do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo. Ele assina o capítulo “O Lado Oculto da Medicina”, do livro “Saúde Suplementar: 20 anos de transformações e desafios em um setor de evolução contínua”, publicação do IESS que deu origem ao Podcast. 

A conversa tratou de condutas criminosas relacionadas à medicina, como o escândalo da Máfia das Próteses, exemplo de gestão fraudulenta que ganhou as manchetes do país. O episódio mostra como os órgãos reguladores podem agir para evitar delitos e quais mudanças tivemos no sistema público e privado para que escândalos como esse não se repitam. Outros destaques do bate-papo foram formas de ampliar a transparência e a regulamentação no setor, relações inapropriadas entre médicos e prestadores de serviços e problemas no modelo de pagamento. 

O IESSCast está disponível nas principais plataformas de streaming de áudio, como o Spotify, Deezer, Google Podcasts, Apple Podcasts e Castbox. O conteúdo também pode ser acessado, a qualquer momento, pelo canal do IESS no YouTube em formato de websérie. Os novos episódios vão ao ar sempre às terças e sextas-feiras. 

Para baixar o livro “Saúde Suplementar: 20 anos de transformações e desafios em um setor de evolução contínua”, publicação organizada pelo IESS e assinada por 24 autores convidados, clique AQUI

 

Machine Learning para casos de Covid-19

Junho 2021
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Temos comentado, recorrentemente, sobre as mudanças que novas tecnologias, não só específicas do setor saúde, mas também Big Data, Blockchain e outras têm proporcionado ao dia a dia dos prestadores de serviço, operadoras de planos e pacientes. Um cenário que tem sido ampliado ainda mais em função das necessidades trazidas pela pandemia pelo novo Coronavírus.

Um exemplo é a Inteligência Artificial (IA). Até então focada em automatizar processos manuais no setor da saúde, essa tecnologia passou a ser usada para ajudar a resolver problemas clínicos e não clínicos com a atual crise sanitária.

Nos últimos anos, a inteligência artificial tem sido cada vez mais utilizada para auxiliar o diagnóstico e estimar o prognóstico de pacientes com diversas doenças — algo que também tem se mostrado promissor neste momento de pandemia. Um estudo recém-publicado no periódico NatureScientific Reports aponta que modelos agregados de aprendizado de machine learning são capazes de prever resultados em pacientes com Covid-19.

O trabalho desenvolvido pela equipe do Laboratório de Big Data e Análise Preditiva em Saúde (LABDAPS) da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) utiliza dados laboratoriais, clínicos e demográficos para treinar cinco algoritmos de aprendizado de máquina. A pesquisa foi feita em uma amostra de 1.040 pacientes com covid-19 admitidos na Beneficência Portuguesa de São Paulo entre março e junho de 2020.

O portal Medscape mostrou que parte da amostra (70%) foi utilizada para treinar os algoritmos de forma que eles fossem capazes de prever resultados negativos: ventilação mecânica, admissão na unidade de terapia intensiva (UTI) e óbito. Com isso, os resultados mostram que todos os algoritmos apresentaram desempenho preditivo muito alto.

Um dos autores da pesquisa, o cientista da computação Fernando Fernandes, apontou que o algoritmo poderia ser aplicado, por exemplo, no pronto atendimento, onde já há coleta de dados mínima para uso da ferramenta, como a solicitação de hemogramas. “Cabe ressaltar que o algoritmo, por si só, não toma a decisão, apenas fornece estimativas de risco para dar subsídios para melhores decisões. O médico terá sempre a palavra final”, reforça.

Veja os dados mais aprofundados do trabalho no portal Medscape.

Atenção Primária potente e tecnológica

Setembro 2020
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“Nenhum sistema de saúde no mundo estava preparado para a pandemia e todos foram se adaptando no andamento da crise. Precisamos de um novo modelo de assistência para o amanhã. E o amanhã já chegou”, apontou Erno Harzheim durante o webinar “Protagonismo da Atenção Primária à Saúde - Um novo olhar sobre os cuidados integrados em tempos de pandemia” 

Além de Harzheim, professor de Medicina de Família e Epidemiologia da UFRGS, o encontro reuniu Thais Jorge, Diretora de Serviços ao Segurado e Gestão Médica da Bradesco Saúde e da Mediservice e Vanessa Assalim, Diretora Médica no Grupo NotreDame Intermédica, com mediação de José Cechin, superintendente do IESS.

Cechin lembrou que, no atual momento, as pessoas deixaram de procurar os hospitais por demandas não relacionadas à Covid-19. “Isso traz uma nova dinâmica ao setor, com avanço da Telessaúde, por exemplo, mas que deve vir acompanhada de uma nova mentalidade para o paciente e os gestores do segmento, como de procurar sempre práticas de atenção primária no primeiro ponto de contato com os serviços em saúde”, comentou o executivo.

Nesse contexto, as experiências das operadoras de saúde no encontro fortalecem essa mudança de paradigma. “Temos avançado, mas não é do dia para a noite. A mudança de cultura vem acontecendo juntamente das questões tecnológicas com oportunidades infinitas. Temos modelos de tecnologia que nos permitem fazer a gestão e monitoramento dos pacientes, por exemplo. O desafio agora é no compartilhamento de informações e interoperabilidade, já que todos os sistemas são fragmentados, tanto no setor privado quanto público”, apontou Thais Jorge, da Bradesco Saúde e Mediservice. 

Além da questão cultural, Vanessa Assalim, do Grupo NotreDame Intermédica, completou reforçando os aspectos sociais e econômicos com maior utilização desse modelo. “Sabemos que esse viés do cuidado torna a atenção mais resolutiva e acolhedora. Estamos monitorando os indicadores que temos sobre a APS quanto ao desfecho clínico, custo-efetividade e experiência do paciente. E muito animados com essa imersão na coordenação do cuidado”, comemora.

Erno resumiu bem importantes pontos tratados no encontro. Para ele, a tecnologia é uma forte aliada na criação de ferramentas e resolução de problemas. “A construção de um modelo contemporâneo de Atenção Primária está na saúde suplementar e espero que esse possa ser um passo para reduzir a segmentação entre os setores público e privado. Precisamos de uma APS potente e tecnológica, com informação integrada, uso de telemedicina, prontuário unificado e prescrição eletrônica”, conclui.

A íntegra do webinar pode ser vista abaixo. A série de encontros continuará apresentando importantes questões para o desenvolvimento do setor de saúde suplementar nacional com transmissão ao vivo nas redes sociais do IESS e no canal do YouTube.

 

Webinar IESS – Um novo olhar sobre os cuidados integrados

Agosto 2020
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Uma volta ao início? A Atenção Primária à Saúde (APS) deve ganhar ainda mais importância na gestão de saúde e na coordenação de cuidados assim que atravessarmos esse momento de pandemia do novo Coronavírus. Fundamental para todo o setor de saúde nacional, a modalidade não é algo novo. No entanto, a estruturação do modelo assistencial brasileiro passou a priorizar o tratamento da doença ao invés de promover a saúde do indivíduo em sua amplitude, trazendo mais benefícios tanto para o paciente – por meio de atendimento mais personalizado – quanto para a gestão dos recursos em saúde. Por mais clichê que possa parecer, a máxima de que “prevenir é melhor que remediar” cabe como uma luva nesse tema.

E o setor tem se movimentado nesse sentido. No último ano, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realizou uma consulta pública para incentivar a prática por meio do Programa de Certificação em Atenção Primária em Saúde (APS). A iniciativa concede selo de qualidade às operadoras que cumprirem requisitos pré-estabelecidos relacionados ao tema por intermédio de entidades acreditadoras independentes. 

A magnitude do tema também tem repercussão nos trabalhos inscritos e laureados com o Prêmio IESS, auxiliando na criação de ferramentas para a tomada de decisão e subsídios para ampliar o debate pela sociedade e o segmento de saúde. Um exemplo é o trabalho “Atenção Primária na Saúde Suplementar: estudo de caso de uma Operadora de Saúde de Belo Horizonte”,  de Eulalia Martins Fraga, vencedor da categoria Promoção de Saúde e Qualidade de Vida no VII Prêmio IESS e resultado da especialização na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas).

Para falar mais sobre esse tema, convidamos renomados especialistas no assunto para o webinar desta semana. Inscreva-se já aqui ou ainda acesse a transmissão do YouTube e adicione o lembrete (abaixo).

Convidados:

  • Thais Jorge

Diretora de Serviços ao Segurado e Gestão Médica da Bradesco Saúde e da Mediservice

  • Vanessa Assalim

Diretora Médica no Grupo NotreDame Intermédica

  • Erno Harzheim

Professor de Medicina de Família da Faculdade de Medicina da UFRGS

Professor Permanente do Programa Pós-Graduação em Epidemiologia FAMED-UFRGS

Gestor de APS na Salute

Mediação:

  • José Cechin

Superintendente executivo do IESS

Lembre-se: é nesta quinta-feira, dia 27 de agosto, ao vivo a partir das 16h. Até lá!

Webinar IESS – Protagonismo da Atenção Primária à Saúde

Agosto 2020
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Existe uma nova abordagem para o modelo assistencial de saúde, colocando a Atenção Primária à Saúde (APS) como protagonista? Como o conhecimento adquirido pelo SUS, em suas práticas de APS, pode ser usado pela saúde suplementar? E como as inovações implementadas pela saúde suplementar podem contribuir para o SUS?

Primordial para os setores de saúde em todo o mundo, a Atenção Primária à Saúde é um modelo que lembra os antigos “médicos da família”, que cuidavam de uma pessoa e seus familiares por muitos anos, detendo todo o histórico do paciente e conhecendo a fundo sua saúde.

O conceito celebra um século de existência nesse ano. Em 1920, os ingleses criavam o modelo assistencial focado na prevenção a partir da análise do perfil epidemiológico da população e da regionalização. Após mais de 100 anos de evolução, a APS retoma seu protagonismo na estrutura de saúde do Brasil, muito em decorrência dos efeitos da pandemia da Covid-19 e influência no comportamento dos indivíduos.

Quem acompanha minimamente o setor de saúde já sabe: não somos apenas nós que falamos incessantemente sobre a importância da integração dos cuidados ao paciente. E a prática vem por meio de uma série de medidas que devem auxiliar todo o setor a se desenvolver. Além de representar uma melhora da assistência ao paciente, mudanças no paradigma atual significam também a possibilidade de frear os crescentes gastos.

Por isso, iremos reunir grandes especialistas em gestão de saúde no webinar “Protagonismo da Atenção Primária à Saúde - Um novo olhar sobre os cuidados integrados em tempos de pandemia, que acontece no dia 27 de agosto, às 16h, ao vivo aqui em nosso portal, no canal do YouTube e nas redes sociais.

Com mediação de José Cechin, superintendente executivo do IESS, o encontro conta com a participação de Thais Jorge, Diretora de Serviços ao Segurado e Gestão Médica da Bradesco Saúde e da Mediservice; Erno Harzheim, professor de Medicina de Família da Faculdade de Medicina da UFRGS e do Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia FAMED-UFRGS; e Vanessa Assalim, Diretora Médica no Grupo NotreDame Intermédica.

Já faça sua inscrição gratuitamente agora em www.iess.org.br/eventos e fique por dentro das novidades. Lembre-se: dia 27 de agosto, ao vivo a partir das 16h. Até lá!

Brasil tem uma das maiores variações de custo médico-hospitalar no Mundo

Agosto 2019
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De acordo com o relatório 2019 MedicalTrends Around the World, da Mercer Marsh, os custos médico-hospitalares avançaram 16,9% no Brasil ao longo do ano passado, 7,2 pontos porcentuais a mais do que a média global de 9,7%. Além disso, o relatório aponta que esses custos devem crescer outros 15,5% em 2019, novamente, um resultado bastante superior à média global estimada em 9,6%. 

A publicação é uma das três mais importantes projeções de custos médico-hospitalares no mundo, sendo que as outras duas são o relatório Global Medical Trends, da Willis Tower Watson – já analisado em nosso blog –, e o Global Medical Trends Rates Report, da Aon Hewitt – também já comentado aqui

Estes são, também, os documentos usados de base para o TD 69 – "Tendências da variação de custos médico-hospitalares: comparativo internacional".  Mas o que a análise dos três novos relatórios pode nos revelar? 

Primeiro, o Brasil deve permanecer como um dos 10 países com maior variação dos custos médico-hospitalares (VCMH) no mundo. Para ser mais preciso, o 8° de acordo com os documentos de Towers e Aon, o 7° segundo a Mercer. Considerando as três projeções, o avanço na VCMH nacional deve ficar entre 15,3% e 17%, com tendência de alta segundo a Towers e de recuo de acordo com as outras duas consultorias. Confira:  

  

Variação dos custos médico-hospitalares no Brasil 2018-19  

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Olhando para a média global, entretanto, há uma pequena diferença nas tendências detectadas pelos relatórios. De acordo com a Willis Tower Watson, a VCMH deve subir no mundo assim como no Brasil; Já a Aon Hewitt acredita que haverá arrefecimento da VCMH nos dois casos; enquanto o Mercer Marsh prevê que o indicador terá um comportamento praticamente idêntico ao do ano passado, com variação de apenas 0,1 ponto porcentual. 

  

Variação dos custos médico-hospitalares no mundo 2018-19 

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As principais causas de avanço dessas despesas são gastas com o tratamento de câncer e doenças dos sistemas circulatório, gastrointestinal e respiratório. Além disso, o todos os relatórios apontam que as doenças mentais devem se tornar, cada vez mais, uma questão constante para os sistemas de saúde ao redor do globo. 

Falta conhecimento sobre cesárea!

Julho 2019
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Nos últimos dias, duas reportagens sobre cesáreas nos chamaram atenção. A primeira, do jornal Folha de S.Paulo, aponta que o Brasil é o País com a segunda maior taxa desse procedimento no mundo e destaca que um projeto de Lei da deputada Janaína Paschoal (PSL) propõem que no SUS a gestante possa optar pela cesárea, inclusive para parto sem indicação clínica, como já acontece na saúde suplementar.  

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que apenas 15% dos partos sejam feitos por cesárea. Contudo, os partos desse tipo respondem por 55% do total no País. Apenas a República Dominicana tem uma proporção maior, de 56,4% dos partos. Os números detalhados constam na “Análise da assistência à saúde da mulher na saúde suplementar brasileira entre 2011 e 2017”, que publicamos recentemente. 

A segunda reportagem, dessa vez da Ag. Brasil, indica que esses números estão fortemente ligados ao medo que as brasileiras têm do parto normal e analisa uma pesquisa realizada com 7 mil mulheres (50% gestantes) pelo portal Trocando fraldas. De acordo com o levantamento, 61% das mulheres têm medo de dar à luz por meio de parto normal. 

Além disso, a pesquisa aponta que em 45% dos casos é o desejo da própria mulher que determina a cesárea, apenas 17% das vezes ela ocorre por determinação médica e 34% dos procedimentos ocorrem por condições do sistema de saúde, como a estrutura ou a falta dela na maternidade. 

De modo geral, tanto o estudo quanto as reportagens mostram o que já temos indicado: uma necessidade premente de campanhas de conscientização sobre os riscos e vantagens de cada procedimento.  

Vale lembrar, o risco de morte materna pós-parto é três vezes maior em cesarianas do que em outras modalidades de parto, como apontam alguns estudos já analisados aqui no blog, principalmente em decorrência de hemorragia e complicações na anestesia. Por outro lado, esse procedimento é indicado quando se constata, por exemplo, que o cordão umbilical está enrolado no pescoço do bebê e diversos outros partos de risco. 

Nós continuamos defendendo que cada caso deve ser analisado separadamente e a decisão tem que ser tomada em conjunto pela paciente e seu médico de confiança. 

Ah, para quem quiser entender melhor o medo justificado que diversas mulheres têm dos partos normais, recomendamos o documentário “Parto, da violência obstétrica às boas práticas e Cesárea, mitos e riscos”, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). 

Iatrogenia: lições dos Estados Unidos

Setembro 2017
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Quando tratamos de saúde, descobrimos, infelizmente, que erros acontecem, assim como em qualquer outra área. Já destacamos, aqui no Blog, o estudo "Erros acontecem: A força da transparência no enfrentamento dos eventos adversos assistenciais em pacientes hospitalizados", apontando que a cada três minutos, mais de dois brasileiros (2,47, exatamente) morrem em um hospital do sistema público ou privado em consequência de um evento adverso.

No mesmo estudo, apontamos que a partir de 2008, o CMS – órgão responsável pela administração do Medicare e Medicaid nos Estados Unidos – vetou o pagamento aos prestadores de serviço de saúde onde ocorreram eventos adversos que levaram a certas condições após a admissão na internação. As condições adversas que o CMS verificou nesses hospitais são: lesão por pressão, quedas e traumas, infecção associada à sonda vesical e infecção de corrente sanguínea associada à cateter venoso central.

Um levantamento recente, aferido pelo Castlight Health’s Analysis com base nos dados do The Leapfrog Group – instituição que já apresentamos aqui no Blog – demonstra que essa medida está gerando resultados. Apesar de apenas 35% dos mais de 1.800 hospitais avaliados terem alcançado a meta de nenhum caso de lesão por pressão em decorrência de eventos adversos, os números apontam uma redução entre 16% e 20% no total dos casos adquiridos após a entrada em hospital entre 2013 e 2016. 

Dados do The Leapfrog Group ainda indicam que casos de iatrogenia acontecem em uma a cada seis admissões hospitalares e matam pelo menos 500 pessoas por dia nos Estados Unidos.

Os resultados nos mostram, claramente, duas coisas. Primeiro, que precisamos urgentemente mudar nosso modelo de remuneração por outro que permita punir desperdícios, ao invés de remunerá-los; não só para reduzirmos custos desnecessários, mas também para servir de ferramenta de incentivo à melhora na qualidade assistencial. E segundo, que já passou da hora de criarmos ferramentas de coleta, análise e divulgação de dados de qualidade assistencial e segurança do paciente. Enquanto não dermos esses passos, vamos continuar a operar no escuro.