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Impactos da pandemia e a relação com os trabalhos no XI Prêmio IESS

Outubro 2021
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A pandemia de Covid-19 impôs uma série de mudanças de ordem social e, principalmente, no âmbito da saúde. O mundo teve de se adaptar à nova realidade das relações pessoais, reforçando a importância do cuidado com o bem-estar da população. Medidas de higiene e distanciamento foram adotadas, novos modelos de trabalhos entraram em vigor e alguns impactos ainda serão sentidos pelos próximos anos. Por isso, o foco do XI Prêmio IESS é o indivíduo no centro das ações de saúde. O tema foi detalhado em um webinar com mediação de José Cechin, superintendente executivo do IESS – relembre .

O Prêmio IESS sempre premiou trabalhos que proponham soluções para o desenvolvimento da saúde suplementar. Nesta edição, a comissão julgadora vai avaliar, entre outros requisitos, temas envolvendo as mudanças na saúde causadas pelo coronavírus. Na categoria Economia, os trabalhos classificados podem tratar dos “impactos econômico-financeiros relacionados à pandemia de Covid-19”, por exemplo.

Já os projetos na área Jurídica, podem trazer análises sobre a “judicialização relacionada à pandemia de COVID-19”. O tema, inclusive, tem sido trabalhado pelo IESS nas Jornadas Jurídicas – saiba mais. Na categoria Promoção da Saúde, Qualidade de Vida e Gestão de Saúde, os trabalhos inscritos podem trazer “aspectos relacionados à pandemia de Covid-19”. No regulamento do XI Prêmio IESS você pode conferir todos os temas para a qualificação dos trabalhos. Clique aqui para acessar.

As inscrições para o XI Prêmio IESS são gratuitas e vão até 29 de outubro. Cada candidato pode aplicar apenas um trabalho – saiba como. Os vencedores de cada categoria receberão R$ 15 mil para os primeiros colocados e R$ 10 mil para aqueles que ocuparem a segunda posição. Assim como na edição anterior, os orientadores dos trabalhos vencedores também serão compensados financeiramente com R$ 3 mil.

Covid-19 gera alta no volume de exames e queda de consultas na saúde suplementar

Agosto 2021
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A pandemia de Covid-19 gerou mudança no perfil de utilização dos planos de saúde. A pesquisa Vox Populi, realizada a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) e divulgada em abril de 2021, mostra que os beneficiários realizaram mais exames diagnósticos e menos consultas médicas nos 12 meses anteriores à entrevista, invertendo a tendência apresentada nas edições anteriores. 

Enquanto em 2015, 2017 e 2019, a maior frequência de utilização dos planos era para consultas médicas, na edição 2021 o volume mais alto foi de exames diagnósticos. Isso reforça um cuidado em relação à contaminação por Covid-19 e ainda maior escolha por parte de pacientes de adiarem cirurgias eletivas em função do risco da pandemia. Na edição deste ano, 88% dos entrevistados realizaram exames, contra 78% da anterior. O percentual daqueles que tiveram consultas caiu de 86% em 2019 para 71% neste ano. 

Em abril deste ano, o Vox Populi ouviu 3,2 mil pessoas (1,6 mil beneficiários e 1,6 mil não beneficiários) em oito regiões metropolitanas do país (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre, Brasília e Manaus). A íntegra da pesquisa você confere AQUI. 

 

Texto para Discussão Covid-19 Beneficiários Assistência médica Perfil dos beneficiários Pnad Covid-19 IBGE

TD 83 - Mapeamento da situação de saúde dos beneficiários de planos de assistência médica no Brasil

Agosto 2021

Mapeamento da situação de saúde dos beneficiários de planos de assistência médica no Brasil: microdados da Pnad covid-19 de novembro de 2020

Autor: Bruno Minami
Superintendente executivo: José Cechin

Pesquisas sobre Covid-19 são destaque na edição 29 do Boletim Científico do IESS

Julho 2021
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A última edição do Boletim Científico do IESS já está disponível e um tema em particular esteve presente em trabalhos destacados pela publicação: a Covid-19. Foco dos profissionais de saúde desde o começo de 2020, as consequências do novo Coronavírus tiveram impacto nos portadores de algumas doenças. Por essa razão, pesquisadores, médicos e cientistas focaram seus estudos em entender de que forma a pandemia influenciou determinados quadros clínicos.

Na primeira parte do material, dedicado aos temas que envolvem economia e saúde, um estudo é dedicado à redução do número de pacientes com Síndrome Coronariana Aguda (SCA) suspeita e confirmada durante os primeiros meses da pandemia. Os autores fizeram a análise de uma rede brasileira de hospitais privados com 16 unidades.

No levantamento, constatou-se que, a média de pacientes com suspeita de sintomas da SCA nos primeiros três meses da pandemia (março a maio de 2020), reduziu 42,1% em comparação aos 12 meses anteriores. Diminuiu 46,6% quando esses três meses iniciais foram comparados aos mesmos meses de 2019. O estudo ainda apontou que, neste intervalo, houve redução de 39,6% em relação a janeiro e fevereiro de 2020.  A queda nos números indica que há possibilidades de pacientes graves não terem procurado os serviços de emergência devido ao isolamento social, o que pode ter resultado em óbito em ambiente doméstico.

Outro destaque sobre a Covid-19 apontado no Boletim Científico diz respeito à alta da mortalidade da doença para aqueles pacientes hospitalizados portadores de diabetes. A pesquisa refere-se aos dados de um plano de saúde brasileiro com dados compreendidos entre março e dezembro de 2020. Do total de pacientes internados com Covid-19, 12,4% eram diabéticos e a taxa de mortalidade para esse grupo ficou em 28,4%. O percentual de óbitos daqueles que não possuíam a comorbidade ficou em 18%. O estudo conclui que o diabetes aumenta o risco de mortes intra-hospitalar de pacientes com Covid-19.

Para acessar o Boletim Científico do IESS completo com esse e outros trabalhos, clique AQUI.

Vox Populi: 9 em cada 10 brasileiros ficaram satisfeitos com o atendimento para Covid-19 recebido via plano de saúde

Julho 2021
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Pesquisa do Vox Populi realizada a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) mostra que 92% dos beneficiários de planos de saúde avaliaram como “muito bom” e “bom” o atendimento recebido para casos de Covid-19. Os dados refletem entrevistas realizadas em abril deste ano com 3,2 mil pessoas (1,6 mil beneficiários e 1,6 mil não beneficiários) em oito regiões metropolitanas do país. É a primeira pesquisa que levanta informações sobre atendimentos no período da pandemia.

O resultado é uma média dos números observados em todas as regiões metropolitanas pesquisadas. “A rapidez no atendimento e nos exames diagnósticos são as principais justificativas para a satisfação”, aponta José Cechin, superintendente executivo do IESS. “Vale lembrar que a maioria dos beneficiários afirma que o seu plano de saúde disponibilizou atendimento virtual, o tipo de atendimento mais citado e utilizado pelos entrevistados”, acrescenta. Entre os entrevistados, o atendimento recebido foi excelente, com 92% de avaliação positiva.

A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos porcentuais (p.p.) para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

Confira a nova edição do Boletim Científico do IESS com destaques do 1º semestre de 2021

Julho 2021
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Já está disponível a edição 29 do Boletim Científico do IESS com uma síntese de publicações científicas veiculadas no 1º semestre de 2021. Essa é a primeira edição do ano e traz artigos relacionados à saúde suplementar que obtiveram destaque em periódicos acadêmicos no Brasil e no mundo com temas ligados à tecnologia, economia e gestão.

O propósito do Boletim Científico é trazer mais clareza a pesquisas e estudos de forma a torná-los mais acessíveis. A linguagem, mais objetiva, busca uma aproximação maior com o cotidiano dos leitores.

O conteúdo é dividido em dois macrotemas. A primeira parte é dedicada aos estudos que relacionam a saúde com economia. Nesta seção, você encontra pesquisas sobre a redução do número de pacientes com síndrome coronariana aguda durante os primeiros meses da pandemia de Covid-19, a previsão de eficácia do prestador de atenção primária, a análise de pesquisa nacional sobre usuários de planos de saúde e programas alemães sobre a segunda opinião médica.

Na segunda parte, dedicada integralmente à saúde, os temas dos estudos são: mortalidade mais alta por Covid-19 em pacientes diabéticos, as mudanças no padrão de uso dos serviços de saúde no Brasil e a promoção de hábitos alimentares saudáveis.

Para acessar o Boletim Científico na íntegra, clique AQUI.

Novas tendências em Atenção Primária à Saúde (APS) foi tema de webinar do IESS. Assista!

Julho 2021
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Sempre atento em trazer novas discussões sobre Saúde Suplementar no país, o IESS promoveu webinar para falar sobre Atenção Primária à Saúde (APS) especialmente em um cenário em que a pandemia de Covid-19 alterou a rotina de muitas operadoras. O objetivo da transmissão foi trazer tendências observadas em APS dentro desse contexto e qual o papel que ela terá nos pacientes que se recuperaram da doença.

A APS reassumiu um papel importante na coordenação de cuidados, propondo uma atenção personalizada de atendimento. Uma equipe multidisciplinar é responsável por orientar e avaliar o paciente, evitando consultas, exames e a presença desnecessária em Pronto Socorro. O objetivo é focar na prevenção e, com isso, aumentar a qualidade de vida.

Participaram do encontro Renata Maria de Oliveira Costa, diretora do departamento de Saúde da Família da Secretaria de Atenção Primária em Saúde do Ministério da Saúde, Patrícia Pena, Diretora Técnica de Saúde do PASA (Vale) e Alberto Ogata, Pesquisador do Centro de Pesquisa em Administração em Saúde da FGV EAESP e Doutor em Saúde Coletiva. A mediação foi de José Cechin, superintendente executivo do IESS.

Ogata destacou que, nos Estados Unidos, 35% das consultas ambulatoriais são feitas na atenção primária, o que mostra que existe um grande espaço para avançar com esse modelo de atendimento. Para Renata, a pandemia revelou fragilidades nos sistemas de saúde em todo o mundo e os países que tradicionalmente trabalhavam com atenção primária conseguiram superar melhor esse momento. Ela acredita que, entretanto, os resultados são percebidos a longo prazo.

Já para Patrícia, a atenção primária é tudo de melhor que pode acontecer para o paciente. “O desafio é fazer essa mudança cultural em que os trabalhadores ou pacientes deixem de ser apenas empregados expostos a riscos e passem a ser vistos como alguém com melhor capacidade de produção quando se está bem assistido”. Ela pontua que a Covid fez com que as empresas olhassem para os funcionários com mais atenção, principalmente por conta dos grupos de risco, um cuidado individualizado que é parte da APS.

Assista na íntegra abaixo:

 

Precisamos falar sobre Burnout

Julho 2021
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A saúde mental é um assunto importantíssimo e, felizmente, cada vez mais debatido. Dentre os diagnósticos mais comuns se encontra a Síndrome de Burnout, doença ocupacional caracterizada por exaustão ou esgotamento mental, usualmente acompanhada de sentimentos negativos relacionados ao próprio trabalho e perda de efetividade nas tarefas diárias. A confusão acerca da doença no Código Internacional de Doenças (CID 10) teve, ao menos, o efeito positivo de estimular debates sobre essa e outras doenças mentais.

Mesmo assim, ainda há muito a ser debatido para que a questão ganhe a relevância que merece, ao menos em nossa opinião. É preciso desmistificar o termo “doenças mentais”. Aliás, usado para classificar problemas de saúde muito diversos, que vão desde a demência até depressão, passando por transtorno bipolar, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), autismo, síndrome de Down, dislexia e muitos outros.

Talvez você se lembre que falamos recentemente sobre o Burnout entre os profissionais de saúde. O Observatório Anahp e a 6ª Nota Técnica do Observatório consolidam os cenários até março de 2021 e mostram a tendência para os próximos meses. Na análise, pode-se concluir que 2021 continuará sendo muito desafiador para os sistemas de saúde com perspectivas de ‘ondas’ de Covid-19, taxa de ocupação de leitos, perfil epidemiológico, entre outros.

O relatório revelou um grave desafio enfrentado pelo setor ao longo de 2020. Junto com as novas contratações, cresceu também o absenteísmo. O contágio de profissionais da saúde e o esgotamento (burnout) são fatores que explicam o forte aumento na taxa, que saiu de 2,16% em 2019 para 3,56% em 2020.

Mas e a população em geral? Entre os assuntos em pauta nas mesas de reunião, a saúde mental conquistou espaço. De acordo com uma pesquisa da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UEFJ), em 2020 os casos de ansiedade e sintomas de estresse agudo dobraram. Além disso, um estudo da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) em parceria com a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) revelou que 40% dos brasileiros sentiram tristeza ou depressão na pandemia e que o percentual de consumo de cigarro e álcool aumentou, enquanto o de realização de atividades físicas diminuiu.

Em meio ao cenário tão complexo para o bem-estar da mente, o ambiente de trabalho, naturalmente, não se manteve imune à situação. A Síndrome de Burnout também se intensificou. O Brasil carrega o status de ser, segundo a International Stress Management Association (ISMA-BR), o segundo país do mundo com mais casos da doença – somente atrás do Japão.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o país é o líder mundial em casos de ansiedade. E para piorar, uma pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), demonstrou que, entre maio, junho e julho de 2020, 80% da população brasileira ficou ainda mais ansiosa.

Pesquisa quantitativa sobre saúde complementar do SESI e da ANS, publicada em novembro de 2020, mostra que 69% das indústrias avaliadas possuem a saúde mental dentro dos programas de promoção. 65% delas, inclusive, intensificaram os cuidados com o tema junto aos trabalhadores, em especial as de grande porte.

No levantamento, você encontra essas e outras informações sobre a relação das indústrias com saúde suplementar. Para acessar, clique AQUI.

Satisfação com plano odontológico registra recorde, revela Vox Populi

Julho 2021
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O instituto Vox Populi identificou que 83% dos beneficiários de planos odontológicos estão “satisfeitos” ou “muito satisfeitos” com seus planos, registrando o maior patamar da série histórica. A pesquisa foi realizada em abril deste ano. O setor tem crescido em ritmo constante a julgar pelos dados de abril da Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB) que mostram que o segmento já conta com o número recorde de cerca de 27,7 milhões de vínculos – relembre.

O resultado mostra que indivíduos e empresas continuam a contratar o benefício mesmo durante a pandemia da Covid-19. A mesma tendência acontece em relação à recomendação do plano odontológico atual para familiares e amigos, que chegou em 85% dos entrevistados, e a intenção em continuar com o mesmo benefício, registrado em 89% dos casos.

No geral, as principais razões do brasileiro para a contratação dos planos são “não depender da saúde pública” e “ter segurança em caso de emergência”, ambos com 42%.

Dentro dos recortes regionais, a satisfação com os planos exclusivamente odontológicos também registrou alta. O maior índice foi verificado em Porto Alegre (98%), e o menor em Belo Horizonte (79%). O Rio de Janeiro apontou 87%; Brasília teve a marca de 85%; Salvador, com 89%; Recife, com 84% e Manaus, com 91%.

Em abril deste ano, o Vox Populi ouviu 3,2 mil pessoas (1,6 mil beneficiários e 1,6 mil não beneficiários) em oito regiões metropolitanas do país (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre, Brasília e Manaus). A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos porcentuais (p.p.) para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

Acesse aqui a íntegra da pesquisa.