Este estudo analisa a evolução das internações registradas por apendicite aguda na saúde suplementar brasileira entre 2016 e 2025 e apresenta uma fotografia do perfil assistencial em 2025. Foram considerados os códigos K35, K35.0, K35.1 e K35.9 da CID-10, a partir dos microdados de procedimentos hospitalares disponibilizados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Clique aqui e faça o download do estudo.
Este TD descreve a evolução das internações por transtornos de ansiedade (CID-10 F41 e subclassificações) entre beneficiários de planos de saúde no Brasil, no período de 2015 a 2024, segundo sexo e faixa etária, a partir dos dados do Padrão TISS (D-TISS/ANS). Clique e faça o download.
Esse estudo trata sobre a evolução da saúde bucal na saúde suplementar brasileira e as mudanças no padrão de utilização dos serviços odontológicos nos últimos anos. A publicação também revisa evidências científicas sobre possíveis associações entre doença periodontal, inflamação sistêmica e condições crônicas, como diabetes e doenças cardiovasculares. O levantamento discute ainda os impactos das condições bucais ao longo da vida e a importância da saúde bucal dentro de uma perspectiva de saúde integral. Clique aqui e faça o download da publicação.
O melanoma é um câncer de pele de menor frequência relativa, mas de elevada relevância clínica e econômica, sobretudo nos casos diagnosticados em fases avançadas, quando há maior necessidade de terapias sistêmicas de alto custo. Os achados mostram que, mesmo com baixa participação proporcional, os casos avançados concentram maior complexidade terapêutica e potencial impacto econômico relevante na saúde suplementar. Clique aqui e faça o download do estudo.
Em 2025, o setor de saúde suplementar registrou resultado líquido de R$ 23,8 bilhões, por vezes descrito como o maior da série histórica em valores nominais. Este texto propõe uma leitura mais ampla dos mesmos dados: deflacionada pelo IPCA, com foco exclusivo nas operadoras médico-hospitalares e com decomposição dos fatores que explicam os resultados. Clique e acesse a íntegra do estudo.
A utilização de terapias imunobiológicas na saúde suplementar brasileira apresentou elevado crescimento entre 2015 e 2024, tanto em ambiente ambulatorial quanto hospitalar, indicando rápida expansão dessas tecnologias terapêuticas no setor. Clique e acesse a íntegra do estudo.
Os planos coletivos empresariais constituem o principal eixo da saúde suplementar no Brasil, tanto em número de beneficiários quanto em capilaridade contratual. Este TD examina a evolução do número de contratantes e do número de beneficiários de planos coletivos empresariais de assistência médico-hospitalar entre 2020 e 2024. Clique aqui e acesse a íntegra do estudo.
A obesidade, embora exista como condição humana há muito tempo, tornou-se um problema coletivo de grandes proporções nas últimas décadas, quando passou a crescer de forma contínua e global. Esse estudo mostra que o crescimento dos eventos assistenciais associados à obesidade ocorre de forma contínua ao longo da série histórica analisada (2015 a 2024), com aceleração a partir de 2020, indicando que a condição deixou de ser um fenômeno periférico e pontual e passou a integrar de forma estrutural o perfil epidemiológico dos beneficiários de planos de saúde. Clique aqui e acesse a íntegra do estudo.
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um distúrbio do neurodesenvolvimento no qual há um desenvolvimento atípico, manifestações comportamentais, déficits na comunicação e interação social, além de comportamentos repetitivos e estereotipados. Este Texto para Discussão apresenta a evolução no número de casos de internações psiquiátricas por TEA entre beneficiários de planos de saúde. Foram utilizados dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar, a partir da Troca de Informações na Saúde Suplementar - TISS. Em 2015, foram identificados na base de dados analisada 33 casos de internações psiquiátricas por TEA entre beneficiários de planos de saúde. Em 2022, foram 391 casos.
Já é de conhecimento amplo e geral que manter um estilo de vida saudável traz vários benefícios para a saúde. Alimentar-se adequadamente e praticar atividade física são dois importantes pilares para o bem-estar e qualidade de vida.
No blog de hoje, vamos destacar a importância de manter-se ativo. A atividade física é fundamental para o balanço energético, controle de peso e equilíbrio mental. Além disso, contribui para redução do risco de hipertensão, doença cardíaca coronária, AVC, diabetes, câncer de cólon e de mama, entre muitos outros benefícios.
No entanto, a quantidade de beneficiários de planos de saúde no Brasil que estão sedentários ou praticam exercícios físicos apenas uma vez por semana preocupa: 22%. É importante destacar que, de acordo com Organização Mundial da Saúde (OMS), as pessoas deveriam se exercitar pelo menos 150 minutos por semana.
As informações são do Texto para Discussão (TD) 95: Prática de Atividade Física entre Beneficiários de Planos de Saúde Médico-Hospitalares, desenvolvido pelo IESS. A publicação ainda destaca que homens e adultos mais jovens são os que menos alcançam o tempo recomendado de dias por semana para prática de atividades e que em geral, apenas 14,1% dos beneficiários praticam 150 minutos ou mais de exercícios por semana.
O TD 95 analisou dados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2019 e os comparou com
as diferenças segundo variáveis sociodemográficas.
Este assunto também foi tema de um webinar realizado pelo IESS com a presença de especialistas. Para assistir na íntegra clique aqui.
Clique aqui para baixar o TD 95.
