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Nordeste e Centro-Oeste registram maiores altas de empregos na saúde

Maio 2022
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Seguindo a tendência de alta de contratações observada no setor da saúde no País, as regiões Nordeste e Centro-Oeste foram as que mais cresceram em vínculos de emprego. Dados do Relatório do Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde nº 57 do IESS apontam que os estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal, registraram juntos um aumento de 1,2% nos vínculos entre de novembro de 2021 a fevereiro de 2022, somando 491.133 postos de trabalhos ocupados. Já nos estados do Nordeste, o crescimento foi maior: 1,6%. No período, a região somou 926.662 empregos.

Se levarmos em consideração a relação do número de pessoas empregadas no setor de saúde a cada 100 mil habitantes, a maior concentração de vínculos na cadeia da saúde está na região Centro-Oeste, com uma proporção de 2.765/100.000 hab. em fevereiro de 2022. Um crescimento de 5% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Na região Nordeste, esse crescimento foi de 6,8%, com 1.599 pessoas empregadas a cada 100.000 habitantes.

Os dados da cadeia da saúde vão na contramão da economia no País. No período analisado (nov/21 a fev/22), o mercado de trabalho da economia teve registro de queda de 1%.  O relatório produzido pelo IESS analisa dados dos setores público e privado.

Relatório de Emprego

57º relatório de Emprego – Edição especial São Paulo

Maio 2022

Em fevereiro de 2022, o número de pessoas empregadas na cadeia produtiva da saúde no estado de São Paulo foi de 1.349.088, o que representa 29% dos 4 milhões e 691 mil da cadeia da saúde brasileira. O montante paulista resulta do crescimento de 0,9% em relação a novembro de 2021. Na mesma comparação, o mercado de trabalho total do estado cresceu 2,7%. Baixe a íntegra do relatório.

Empregos formais na saúde beiram 4,7 milhões de postos no País

Maio 2022
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Os empregos formais na cadeia produtiva da saúde seguem em alta no Brasil. Em fevereiro deste ano, o número de pessoas empregadas no setor foi de 4.691.627, 1% a mais do que em novembro de 2021, quando havia 4.646.002 trabalhadores. Na mesma comparação, o mercado de trabalho da economia teve registro de queda de 1%.  As informações são do Relatório do Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde nº 57 do IESS com dados dos setores público e privado. 

Do volume total de empregados na cadeia, em fevereiro, 79% pertenciam ao setor privado com carteira assinada, 1,2% a mais do que novembro de 2021. O Sudeste concentra 2,3 milhões de vínculos – mais da metade dos postos de trabalho – e as regiões com maior crescimento foram Nordeste e Centro-Oeste, com taxas de 1,6% e 1,2%, respectivamente, no trimestre. Apenas a região Norte teve registro de queda 
(-1,5%).

No acumulado do ano, levando-se em conta os subsetores, o que mais gerou empregos formais na cadeia foi o de prestadores (19,3 mi), seguido por fornecedores (7,4 mil) e operadoras (662). No total, o saldo do setor privado (27,4 mil) representa 8,4% do volume gerado pela economia (328,5 mil).   

Para acessar o relatório na íntegra, clique aqui.


 

Em fevereiro de 2022, o número de pessoas empregadas na cadeia produtiva da saúde foi de 4.691.627, considerando setor público e privado e empregos diretos e indiretos. Esse montante resulta do crescimento de 1% em relação a novembro de 2021. Na mesma comparação, o mercado de trabalho total sofreu queda de 1%. Baixe a íntegra do relatório.

Relatório de Emprego

56º Relatório de Emprego – Edição especial São Paulo

Abril 2022

Em janeiro de 2022, o número de pessoas empregadas na cadeia produtiva da saúde no estado de São Paulo foi de 1.341.793, o que representa 29% dos 4 milhões e 674 mil da cadeia da saúde brasileira. O montante paulista resulta do crescimento de 0,5% em relação a outubro de 2021. Na mesma comparação, o mercado de trabalho total do estado cresceu 0,3%. Baixe a íntegra do relatório.

Saldo de empregos na saúde suplementar representa 8,5% do total gerado pela economia em 2021

Abril 2022
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Análise do IESS mostra que o resultado foi impulsionado pelo bom desempenho dos subsetores de Prestadores e Fornecedores

O saldo de pessoas empregadas no setor privado da saúde encerrou 2021 com 242.926 vínculos, valor que representa 8,5% do saldo gerado pela Economia (2.860.331) nos 12 meses do ano passado. Os dados estão no “Relatório do Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde”, publicação do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). Além disso, o levantamento mostrou que o número de trabalhadores na cadeia da saúde cresceu 0,7% entre setembro e dezembro de 2021 – atingindo 4.656.360 postos de trabalho.

Do total de empregados na cadeia da saúde em dezembro de 2021, 3,6 milhões (78%) eram vínculos do setor privado. Essa proporção diminuiu um ponto percentual em relação ao mês anterior. Também em dezembro, as regiões Sudeste e Nordeste assinalaram as maiores concentrações com, respectivamente, 2.311.463 e 920.628 vínculos.

A análise regional do IESS mostra que, na cadeia da saúde, apenas Sudeste (-1.328) e Sul (-67) tiveram saldo negativo de vagas no mesmo período. O melhor resultado foi no Nordeste (+2.175), puxado pelo desempenho positivo da esfera pública (+1.323). Já o saldo do subsetor privado em 2021 (até dezembro) pode ser dividido entre Prestadores (163.516), Fornecedores (69.358) e Operadoras (10.052).

Na análise do número de pessoas empregadas por esfera do governo, a variação foi negativa apenas no âmbito federal (-1,7%), entre setembro e dezembro de 2021. As esferas municipais e estaduais tiveram altas de 3% e 1,2%, respectivamente. Para José Cechin, superintendente executivo do IESS, “o avanço registrado entre setembro e dezembro, bem como o saldo positivo assinalado pelo setor privado no acumulado de 2021, reforçam a importância da cadeia da saúde, não apenas para a saúde das pessoas, mas também para a geração de postos de trabalho e, consequentemente, a economia como um todo”.

Acesse a íntegra do relatório aqui.

Sobre o IESS

O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) é uma entidade sem fins lucrativos com o objetivo de promover e realizar estudos sobre saúde suplementar baseados em aspectos conceituais e técnicos que colaboram para a implementação de políticas e para a introdução de melhores práticas. O Instituto busca preparar o Brasil para enfrentar os desafios do financiamento à saúde, como também para aproveitar as imensas oportunidades e avanços no setor em benefício de todos que colaboram com a promoção da saúde e de todos os cidadãos. O IESS é uma referência nacional em estudos de saúde suplementar pela excelência técnica e independência, pela produção de estatísticas, propostas de políticas e a promoção de debates que levem à sustentabilidade da saúde suplementar.

Mais informações

LetraCerta Inteligência em Comunicação

Vinícius Silva – [email protected]

(11) 94753-8787

Emerson Oliveira – [email protected]

(11) 98231-8002

Thiago Rufino – [email protected]

(11) 98770-0893

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(11) 3812-6956

Em janeiro de 2022, o número de pessoas empregadas na cadeia produtiva da saúde foi de 4.674.808, considerando setor público e privado e empregos diretos e indiretos. Esse montante resulta do crescimento de 1% em relação a outubro de 2021. Na mesma comparação, o mercado de trabalho total sofreu queda de 0,9%. Baixe a íntegra do relatório.

Em dezembro de 2021, o número de pessoas empregadas na cadeia produtiva da saúde foi de 4.656.360, considerando setor público e privado e empregos diretos e indiretos. Esse montante resulta do crescimento de 0,7% em relação a setembro de 2021. Na mesma comparação, o mercado de trabalho total sofreu queda de 1,4%. Baixe a íntegra do relatório.

Setor privado concentra quase 80% dos profissionais de saúde

Fevereiro 2022
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Dos 4.652.588 de empregados na cadeia produtiva da saúde, em novembro de 2021, 79% eram vínculos do setor privado com carteira assinada. O valor representa mais de 3,6 milhões de profissionais, de acordo com o Relatório do Emprego na Cadeia da Saúde n° 54, apurado pelo IESS. Entre agosto e novembro do ano passado, as contratações no setor aumentaram 0,6%.

Na análise regional, o resultado mostrou que o Nordeste e Sul apresentaram os melhores índices de contratações, com aumento de 1,9% e 1%, respectivamente, no período analisado. No setor público, as principais variações foram nas regiões Nordeste (5,1%) e Norte (1%). A análise do IESS mostrou também que, em novembro de 2021, o saldo de emprego na cadeia produtiva da saúde foi de 21.911 postos de trabalho – número bem superior aos 5.872 empregos assinados em outubro do ano passado.

Além disso, até novembro de 2021, o subsetor que mais gerou empregos para a esfera privada da cadeia da saúde foi o de Prestadores, com 166.211 novos postos formais de trabalho, seguido por Fornecedores (69.502) e Operadoras (10.479). Por fim, o total do saldo do setor privado (246.192) foi responsável por 7,9% do saldo gerado pela Economia (3.126.142).

Para mais detalhes sobre o relatório, clique aqui.

Empregos na saúde seguem em alta no país e ultrapassa 4,6 milhões

Janeiro 2022
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Resultado foi impulsionado pelo setor público, que registrou alta de 0,7% entre agosto e novembro de 2021


O número de pessoas empregadas na cadeia produtiva da saúde cresceu 0,6% entre agosto e novembro do ano passado ao atingir 4.652.588 de trabalhadores, considerando os setores públicos e privados e empregos diretos e indiretos. A região que detém a maior parte dos empregos na cadeia da saúde foi o Sudeste (2,3 milhões). No mesmo período, o mercado de trabalho total ficou estável (0,0%), aponta o “Relatório do Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde”, publicação do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS).

Do total de empregados na cadeia da saúde em novembro de 2021, 79% eram vínculos do setor privado com carteira assinada – proporção que se manteve a mesma desde outubro de 2021. As regiões Nordeste (1,9%) e Sul (1,0%) foram as que apresentaram maior aumento absoluto no intervalo e as regiões Norte (1,0%) e, novamente Nordeste (5,1%), as maiores variações. Em novembro de 2021, o saldo mensal de empregos na cadeia da saúde foi de 21.911, puxado também pelas regiões Nordeste e Sul com, respectivamente, 16.761 e 3.089 empregos. O valor representa um avanço considerável comparado ao saldo de 5.872 de empregados registrado em outubro de 2021.

No intervalo, o setor público cresceu 0,7% e o privado 0,6%. Cabe destacar que, no Brasil, não existe uma base de dados que disponibiliza o total de pessoas empregadas no serviço público municipal na área de saúde. Dessa forma, o IESS levanta informações do emprego na saúde nos sites de cada prefeitura. Até o momento, o Instituto conseguiu dados de 292 municípios, que representam 55,8% da população nacional.

Já no saldo acumulado entre janeiro e novembro de 2021, o subsetor privado que mais gerou empregos na cadeia da saúde foi o de prestadores, com 166.211 novos postos formais de trabalho; o resultado foi seguido pelos subsetores de fornecedores (69.502) e operadoras (10.479). “No acumulado deste ano, o saldo do setor privado registrou 246.192 novos empregos, dado que representa 7,9% do saldo gerado pelo mercado de trabalho. Os números demonstram como o avanço da cadeia da saúde é favorável para a economia como um todo”, opina José Cechin, superintendente executivo do IESS.

Na análise do número de pessoas empregadas por esfera de governo, as variações foram negativas nos âmbitos federal (-9,5%) e estadual (-0,5%) entre agosto e novembro de 2021. Por outro lado, na esfera municipal, houve crescimento de 3,2% no número de empregados no mesmo período, com destaque para as regiões Nordeste (10,5%) e Norte (3,1%). Nesse recorte, nenhuma variação negativa foi registrada.

Para acessar o relatório na íntegra, clique aqui.

Sobre o IESS

O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) é uma entidade sem fins lucrativos com o objetivo de promover e realizar estudos sobre saúde suplementar baseados em aspectos conceituais e técnicos que colaboram para a implementação de políticas e para a introdução de melhores práticas. O Instituto busca preparar o Brasil para enfrentar os desafios do financiamento à saúde, como também para aproveitar as imensas oportunidades e avanços no setor em benefício de todos que colaboram com a promoção da saúde e de todos os cidadãos. O IESS é uma referência nacional em estudos de saúde suplementar pela excelência técnica e independência, pela produção de estatísticas, propostas de políticas e a promoção de debates que levem à sustentabilidade da saúde suplementar.

Mais informações

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